Join us on a literary world trip!
Add this book to bookshelf
Grey
Write a new comment Default profile 50px
Grey
Subscribe to read the full book or read the first pages for free!
All characters reduced
Autoritarismo líquido - o golpe no Brasil - cover

Autoritarismo líquido - o golpe no Brasil

Pedro Uczai

Publisher: Edição do autor

  • 0
  • 0
  • 0

Summary

O golpe é contra o povo e contra a nação. O golpe é misógino, o golpe é homofóbico, o golpe é racista. É a imposição da cultura da intolerância, do preconceito e da violência. Falo aos mais de 54 milhões e meio de votos, falo principalmente aos brasileiros que durante o meu governo superaram a miséria, realizaram o sonho da casa própria, começaram a receber atendimento médico, entraram na universidade e deixaram de ser invisíveis aos olhos da nação. Eu vivi a minha verdade, dei o melhor de minha capacidade. Não fugi de minhas responsabilidades. Travei bons combates. Perdi alguns, venci muitos, e neste momento me inspiro em Darcy Ribeiro para dizer: “Não gostaria de estar no lugar dos que se julgam vencedores. A história será implacável com eles como já o foi em décadas passadas. Nós voltaremos, voltaremos para continuar nossa jornada rumo a um Brasil em que o povo é soberano. Dilma Rousseff

Other books that might interest you

  • Memórias da Segunda Guerra Mundial - Imagens testemunhos ficções - cover

    Memórias da Segunda Guerra...

    Volker Jaeckel, Elcio Loureiro...

    • 0
    • 0
    • 0
    Este livro é resultado de trabalhos realizados por pesquisadores do Núcleo de Estudos de Guerra e Literatura (Negue), da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e por outros pesquisadores especialmente convidados a colaborarem com esta publicação. A ideia inicial surgiu como consequência da II Jornada do NEGUE, realizada em maio de 2015, em Belo Horizonte, com o objetivo de comemorar os 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial em 1945. Nesta coletânea, foram reunidos ensaios que analisam as memórias da Segunda Guerra Mundial, tratando-se, por um lado, de textos de testemunhos que presenciaram os horrores dos combates, do holocausto ou dos bombardeios aéreos, e, por outro lado, a ficcionalização posterior dessas vivências que foram marcantes para toda a vida. Também foi abordada aqui a repercussão dessas memórias no cinema a nas artes plásticas, uma vez que elas foram fonte inspiradora para importantes cineastas e artistas plásticos. O organizador Volker Jaeckel é Professor Associado da Faculdade de Letras da UFMG, com mestrado em Letras Hispânicas e Germânicas pela Freie Universität Berlin, doutorado em Literatura Brasileira pela Universidade de Jena, pós-doutorado em Comunicação Audiovisual na Universidade de Valencia (Espanha). O organizador Elcio Loureiro Cornelsen é Professor Associado da Faculdade de Letras da UFMG. Possui mestrado em Língua e Literatura Alemã pela Universidade de São Paulo (1995), doutorado em Estudos Germânicos pela Freie Universität Berlin, na Alemanha (1999) e pós-Doutorado em Estudos Organizacionais pela Fundação Getúlio Vargas (2005) e em Teoria e História Literária pelo Instituto de Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual de Campinas (2010).
    Show book
  • Mediação judicial - discursos e práticas - cover

    Mediação judicial - discursos e...

    Klever Paulo Leal Filpo

    • 0
    • 0
    • 0
    Mediação judicial: discursos e práticas explora uma metodologia inovadora na pesquisa sobre o Direito e as instituições jurídicas, buscando estabelecer uma ligação entre os saberes da Antropologia e do Direito. Contém os resultados de pesquisa de campo sobre o uso da mediação judicial de conflitos, no Rio de Janeiro, entre os anos de 2010 e 2013. Com o Novo Código de Processo Civil brasileiro, em vigor a partir de 2016, este livro torna-se leitura obrigatória,  uma vez que a mediação passará a ser usada como meio preferencial para solucionar diversos processos judiciais. Escrita de forma simples e objetiva, esta obra é acessível a todos os públicos, sendo excelente indicação para os cursos de graduação em Direito e formação de mediadores.
    Show book
  • Guerra na Imprensa ou Imprensa de Guerra? - A Imprensa Brasileira nos Campos de Batalha da Guerra do Paraguai - cover

    Guerra na Imprensa ou Imprensa...

    Edgley Pereira De Paula

    • 0
    • 0
    • 0
    A Guerra da Tríplice Aliança ou Guerra do Paraguai (1864 – 1870) foi a primeira na América do Sul a ter forte cobertura jornalística. Guerra de imensas proporções, jamais vista na Bacia do Prata até então, seja no envolvimento militar, através do recrutamento de grande contingente de pessoas, seja através de notícias de milhares de mortes decorrentes de combate e de doenças, de enormes dispêndios de recursos de toda monta, esse acontecimento marcou os diferentes processos de consolidação e afirmação dos projetos de Estado-Nação dos países que se envolveram no conflito. No Brasil, passado o ardor patriótico dos primeiros meses do conflito, houve tanto periódicos que apoiaram o governo como os que o atacavam, ligados a grupos de oposição, dependendo de qual partido estaria conduzindo os rumos da guerra e da rede de clientelismo e favorecimento que o jogo político ditava em lealdades fugazes que envolviam, além dos políticos (da Corte e das províncias), editores, redatores, chefes militares e correspondentes de guerra. Por seu caráter totalizante, a Guerra da tríplice Aliança também se desenvolveu em outros “teatros”, como na imprensa. Os jornais de época repercutiram em suas páginas não só as batalhas travadas como também todo sofrimento, toda contradição e todo entusiasmo nacionalista propagado nos países contendores. Nessa perspectiva, penso que as publicações ilustradas e os jornais que proliferaram depois do início da guerra (1864), divulgadas quase que diariamente na imprensa, causaram forte impacto em toda a sociedade brasileira e, por consequência, nos homens que estavam sendo arregimentados e enviados para lutarem nas campanhas militares na região platina. A guerra foi total! E, vai atingir a produção de periódicos que nesse período, aos poucos, se profissionalizava. Como se deu esse envolvimento? Como se produziram as informações que circulavam em todo o Império e na bacia do Prata? Quem as produziam? A que preço?É o que resolvemos contar...
    Show book
  • Coisa da sua cabeça? - Como a depressão afeta o seu cérebro - cover

    Coisa da sua cabeça? - Como a...

    Fernanda Neves

    • 0
    • 0
    • 0
    Depressão, fantasma ou realidade? Os vários transtornos depressivos surgidos de inúmeras alterações neuroquímicas não é apenas coisa da nossa cabeça e podem nos levar a nocaute. Eles merecem ser investigados de forma a possibilitar um imediato tratamento, dando ao paciente respostas a se obter resultados positivos no dia a dia.
    Show book
  • 100 Questões Comentadas em Psicopedagogia - Da teoria à prática - cover

    100 Questões Comentadas em...

    Simaia Sampaio

    • 0
    • 0
    • 0
    O livro 100 questões comentadas em Psicopedagogia: da teoria à prática, como o próprio nome anuncia, apresenta temas comentados pela autora sobre fundamentos teóricos da Psicopedagogia, com elementos e termos essenciais para a compreensão da atuação psicopedagógica. Aborda assuntos da prática clínica, que poderão beneficiar tanto aqueles que já estão atuando na área quanto aqueles que pretendem um dia atuar.
    
    As perguntas e respostas selecionadas para compor esta obra não pretendem esgotar todas as dúvidas sobre a atuação psicopedagógica, mas servir de guia norteador, objetivando atiçar ainda mais a curiosidade dos leitores na busca por mais conhecimento.
    
    Esta obra é um convite ao resgate da essência psicopedagógica, que deve ser compreendida por psicopedagogos tanto clínicos quanto institucionais, e um convite à descoberta por estudantes de graduação e pós-graduação de constituintes essenciais da Psicopedagogia.
    Show book
  • O ser contra o mundo - Rebelião e constituição - cover

    O ser contra o mundo - Rebelião...

    Oscar Guardiola-Rivera

    • 0
    • 0
    • 0
    O ser contra o mundo contesta um ponto de vista crítico que, ao excluir objetos arcaicos, quase obscuros ou obscuros, como superstições pertencentes ao passado, atribuiu ao direito e à política a tarefa sóbria de gerenciar ou controlar a interação humana. Ao repensar a noção de objetividade que sustenta esse ponto de vista, este livro enfoca a maneira como fetiches arcaicos e quase objetos retornam para criar conflitos sociais que abalam os mais maduros sentidos éticos de precaução e as políticas legais de prevenção. O retorno desses objetos obscuros é um acontecimento político que, abalando o ponto de vista crítico convencional, revela um campo da política situado além da crítica.  O ser contra o mundo evoca e fala desse além, nos âmbitos da arte, do direito e da política.
    Show book