De Repente Me Sinto Como Sol Nascente
Hitomi Iida
Casa editrice: Babelcube
Sinossi
Uma carta de amor à minha alma gêmea, que me observa além do tempo e do espaço com olhos nostálgicos.
Casa editrice: Babelcube
Uma carta de amor à minha alma gêmea, que me observa além do tempo e do espaço com olhos nostálgicos.
Uma tragédia ancestral, um destino selado pelos deuses. "Herança Maldita" reconta o mito de Édipo com linguagem envolvente e atmosfera densa, conduzindo o ouvinte por um caminho de revelações sombrias, culpa e redenção. Um audiolivro poderoso que mergulha na alma humana e nos mistérios do destino.Mostra libro
É em Hidaspes que, em 326 a.C., Alexandre, o Grande e o seu exército de macedônios, após atravessarem uma região cheia de monções e de monstros desconhecidos - como deveriam ser, aos olhos dos antigos, os elefantes do exército de Poro - conquistaram a imensa região da Índia, ponto de viragem para o domínio do subcontinente indiano e de toda a Ásia menor e médio Oriente. Pedro Chambel resgata o evento épico e evoca a aura desta batalha ímpar. Em "A jornada para Hidaspes", seu primeiro livro de poesia, Chambel reconstrói o iter da vida: ainda jovem, sair da própria vila, buscar a conquista, desbravar o incógnito, enfrentar desafios impossíveis, surpreendentes, inimagináveis. Terá valido a pena pagar o preço? Na solidão do conquistador, o poeta senta-se "no cimo do mundo" e espera "pelas canções marinhas" enquanto escuta "o choro das crianças". Sua vida, tal como um navio, "segue frágil / solta-se ao vento / ao arrepio da maré". E embora o seu destino seja a conquista, prossegue "náufrago e sem perdão divino / nas viagens que faço por oceanos e rios sem memória". Como Pedro escreve, na batalha da vida, por vezes parece que perdemos "o barco de novo e de novo" e a "esperança num destino venturoso / é uma quimera sem futuro". Nesta jornada poética, o leitor percebe que não há vitória à vista, e que apenas "Seguimos / até ao dia / em que decidimos tocar nas mãos / que aladas nos perseguiam".Mostra libro
Nesta peça, da atriz e escritora Mariana Lima, acompanhamos o plantão de uma médica-residente que, ao se deparar com um paciente que sofreu traumatismo craniano, passa a investigar o funcionamento do cérebro humano e sua relação com as emoções e a linguagem. Mesclando ciência, literatura e performance, a partir dos diários, notas de leitura e descrições médicas da autora-protagonista, refletimos sobre temas instigantes, que deslocam a sensibilidade de leitores e ouvintes.Mostra libro
Um século depois da primeira edição, Clepsydra, de Camilo Pessanha, obra marcante do simbolismo português e fonte de inspiração para a geração de Orpheu, ganha, nesta edição, um retorno à intenção de organização do autor, baseada numa lista, inédita, com a caligrafia de Pessanha que ordenaria a edição dos seus poemas. Esses poemas circularam em manuscrito entre os amigos e eram «muito conhecidos, e invariavelmente admirados, por toda Lisboa», como escreveu Pessoa. A publicação teve lugar em 1920, revelando, como jurou Jorge de Sena, «um dos mais extraordinários artistas que em nossa língua haja escrito». Da sua poesia, prossegue Sena, deve realçar-se «a natureza reticente e delicadíssima» ou «a transposição quase mallarmeana dos factos, aliada a uma quebrada melancolia do dizer, que só tem paralelo em Verlaine». Liberta de falsas emoções, ciente da passagem do tempo, aceitando lucidamente a realidade da vida e da morte, esquiva a todo o sentimentalismo, a sua poesia é, diz Sena, «um puro milagre de murmúrio rigorosamente verbal, cuja alada forma a língua portuguesa nunca tivera e não tornou ainda a ter».Mostra libro
"Memórias Póstumas de Brás Cubas" é uma obra-prima da literatura brasileira escrita por Machado de Assis e publicada em 1881. O livro é narrado pelo defunto autor Brás Cubas, que relata suas memórias de forma irreverente e sarcástica. Através de uma prosa inovadora e repleta de digressões, Machado de Assis aborda temas como amor, morte, política e sociedade, questionando as convenções e hipocrisias da época.Mostra libro
Em "Também guardamos pedras aqui", a poeta, atriz e slammer Luiza Romão retoma a Ilíada, de Homero, e a relê à luz do tempo presente. Os poemas reunidos neste livro se voltam para a Guerra de Tróia e seus célebres personagens, recontando o evento e subvertendo a versão grega imortalizada na obra homérica. Ao demonstrar como "a literatura ocidental começou com um massacre", o livro traça interessantes paralelos com os nossos dias.Mostra libro