A Terra Se Revela - Poema Em Prosa
Marie Hélène de Cannière
Editora: Marie Hélène de Cannière
Sinopse
Num sussurro, a terra se revela. Reencontre-a, aqui e agora.
Editora: Marie Hélène de Cannière
Num sussurro, a terra se revela. Reencontre-a, aqui e agora.
Com o fim do romantismo e o início do realismo, Cesário Verde, dividido entre o comércio e a literatura, publica os seus versos em jornais. Só em 1887, já postumamente, é publicado o seu primeiro livro: O Livro de Cesário Verde. Muito influenciado por Charles Baudelaire, o poeta cria um estilo próprio e encontra em Lisboa, caótica e sinistra, a sua grande personagem.Afinal, há poesia no real, no concreto, nos objectos banais, nos gestos, no dia-a-dia. Desfilam novas personagens, que já não musas, mas engomadeiras, varinas e operários. Paralelamente ao binómio cidade-campo, surge a figura feminina, a da mulher citadina, frívola e calculista em confronto com a mulher campestre, doce e pura.Ver livro
O Crepúsculo dos Ídolos é uma obra filosófica provocativa e ousada escrita pelo renomado pensador alemão Friedrich Nietzsche. Neste livro, Nietzsche mergulha de forma incisiva na crítica às ideias e valores estabelecidos da sociedade de sua época, questionando e desafiando conceitos como moralidade, religião, cultura e filosofia. Com sua escrita perspicaz e contundente, Nietzsche desafia as convenções e convicções arraigadas, lançando uma luz intensa sobre os ídolos e preconceitos que moldam a sociedade. Ele convida o leitor a questionar as bases sobre as quais muitos valores e crenças são fundamentados, levando-o a refletir sobre a natureza da existência humana, a liberdade individual e o significado da vida. Em O Crepúsculo dos Ídolos, Nietzsche apresenta uma série de ensaios que abordam temas como a moralidade convencional, a crítica à filosofia tradicional, a análise da religião e suas influências sobre a sociedade, além de explorar conceitos como a vontade de poder e a busca pela superação dos limites humanos.Ver livro
O tempo atravessa a poesia de Eduardo Arimateia com um exército de memórias aparentemente perdidas, que engolem o leitor desde o primeiro verso. Em "A lesma arrasta-se", seu livro de poesia, há um convite a um mergulho intenso num leito de um rio que segue o caminho da névoa do pensamento, entre o corriqueiro e algo de singularmente místico da experiência humana. Numa dança ora suave, ora violenta, a palavra une o corpo do poeta ao do leitor, que necessariamente se detém em sensações familiares e também estranhas. O ritmo dos versos é pulsante, mas as ideias emaranham-se lentamente naquilo que se apresenta, com todo o nexo, no absurdo - como a lógica de um sonho longo do qual não se consegue acordar. Numerados e encadeados, os poemas da obra de Arimateia não se pretendem constituir numa narrativa lógica, mas no desdobramento de pensamentos suspensos e não lineares, próprios da vitalidade de sentimentos que nem sempre conseguimos expressar, mas que, num lugar comum da metafísica da experiência, conhecemos.Ver livro
Vencedor do Prêmio Jabuti 2018 - Livro do Ano Com elementos geográficos, históricos, sociológicos, políticos, físicos, metafísicos, folcloristas, genealógicos, à cidade é um poema que vem apresentar de forma contemporânea uma visão de uma cidade do sertão, com plano de fundo para aquelas banhadas ou mudadas indiretamente pelo caminhar do Rio Acaraú na Zona Norte do estado cearense.Ver livro
A poesia em prosa de Fernando Machado Silva consagra-se novamente em duas obras complementares, que confirmam a assinatura perene e simultaneamente fluída do autor. Em sua nova obra "Agita as Águas. Rompe o Silêncio", o autor traz-nos dois livros, duas narrativas que entrelaçam ficção e sentimento. Os sujeitos poéticos apresentam-se com familiaridade entre si e com o leitor, através de um jogo de espelhos vibrante e perturbador. No primeiro livro, "Agita as águas, rompe o silêncio: uma carta perdida de Johannes", acessamos uma paisagem de sentidos perdidos na neblina escaldante de um segredo. O leitor pode ser cúmplice ou denunciante diante de um paradoxo filosófico e ético, em uma narrativa de turbilhão, em que os sentimentos afloram e correm feito um rio revolto. No segundo livro inserido na obra, o poeta-prosador conduz-nos por um novo mistério através do olhar observante e de testemunho do sujeito poético em "A quem devemos este deserto que alastra em cada mão: uma novela vedântica", que vicia-nos na espreita de uma porta entreaberta, cujo interior permanece encoberto pelas falas das personagens Jiva, Atman e Jivatman. Nesta obra única, Fernando traz um sentido político e holístico para a linguagem, indissociável da questão ética, com as hesitações, as dúvidas e as fragilidades humanas, em seu ininterrupto diálogo com o eterno.Ver livro