Junte-se a nós em uma viagem ao mundo dos livros!
Adicionar este livro à prateleira
Grey
Deixe um novo comentário Default profile 50px
Grey
Assine para ler o livro completo ou leia as primeiras páginas de graça!
All characters reduced
Odes Sensacionistas Saudação a Walt Whitman e Ultimatum de Álvaro de Campos - cover
LER

Odes Sensacionistas Saudação a Walt Whitman e Ultimatum de Álvaro de Campos

Fernando Pessoa

Editora: Antiga Shantarin, Lda

  • 0
  • 0
  • 0

Sinopse

Fernando Pessoa é hoje um clássico da literatura mundial, e para esse reconhecimento decerto contribuiu a mais polémica obra de crítica literária dos últimos 30 anos: The Western Canon, de Harold Bloom. E se Bloom incluiu Pessoa — o «Whitman renascido», como lhe chamou — no seu cânone restrito de 26 escritores do Ocidente (sendo o único autor daquela lista a escrever em língua portuguesa), tal se deveu à fértil troca de ideias entre Bloom e uma das leitoras mais atentas da obra do poeta de Lisboa: Maria Irene Ramalho.
Os legados intelectuais de Ramalho e de Bloom demonstram visões teóricas e ideológicas distintas quanto à construção do cânone literário. Mas ambos convergem na admiração pela obra de Pessoa e, em especial, num confessado fascínio pelo seu mais prolífico heterónimo, o irascível e escandaloso Álvaro de Campos, o engenheiro naval nascido em Tavira e formado em Glasgow, em quem Pessoa depositou toda a emoção que a si mesmo se recusou, e em quem projetou um génio ímpar da poesia de vanguarda do primeiro terço do séc. XX.
Odes Sensacionistas, Saudação a Walt Whitman e Ultimatum de Álvaro de Campos, antologia gizada na primavera de 2019, poucos meses antes do desaparecimento de Bloom, é simultaneamente um belo testemunho da amizade e da colaboração intelectual entre Maria Irene Ramalho e Harold Bloom e um contributo fundamental para a divulgação e compreensão da obra de Álvaro de Campos, o alter-ego de Fernando Pessoa até à sua morte em 1935.
Disponível desde: 30/06/2023.
Comprimento de impressão: 140 páginas.

Outros livros que poderiam interessá-lo

  • O acaso e a cozinha A mineralização do leite Diferença entre pães e bolos & Physalis: Um curioso fenômeno de "identidade" - cover

    O acaso e a cozinha A...

    Carlos Alberto Dória

    • 0
    • 0
    • 0
    Pode o acaso gerar uma necessidade? A ideia de usar micro-ondas para cozinhar alimentos foi descoberta por acaso por Percy Spencer, que trabalhava na empresa Raytheon, fabricante de radares. À sombra dos métodos de fabricação, foram se diferenciando o leite rural do urbano e do suburbano. O leite do campo foi, aos poucos, substituído pelo leite produzido e fabricado segundo técnicas novas e diferentes vínculos econômicos e sociais entre produtores, criadores, distribuidores e industriais. Mas, o que é pão? "Alimento feito com uma massa de farinha e água com fermento biológico" - define claramente o Larousse Gastronomique. Portanto, o essencial é a fermentação biológica. O que é bolo? Farinha, água, ovos , mel e outro componentes, eventualmente fermento quimico (baking powder), mostram vários exemplos, sem que haja uma definição clara no mesmo Larousse Gastronomique.  Physalis, enquanto for mero elemento decorativo da culinária com pretensões gastronômicas, valorizado inclusive por ser "importado", nunca será cama-pu ou joá-de-capote.
    Ver livro
  • A Volta à África através do cuscuz - cover

    A Volta à África através do...

    Carlos Alberto Dória

    • 0
    • 0
    • 0
    A nossa lida histórica com o cuscuz é bastante curiosa. Ele nos chegou como prato, vindo do Magreb (Argélia, Tunísia e Marrocos), trazido por mercadores portugueses e, ao que tudo indica, penetrou a colônia a partir da Capitania de São Vicente. Historicamente, os fonds da culinária francesa derivaram dos vários tipos de pot-au-feu. São a essência deles, filtrados e apurados. Os brasileiros podem ser definidos como "comedores de feijão", como há povos que se definem como "comedores de formigas".
    Ver livro
  • Entre dois rios 1600 a C - cover

    Entre dois rios 1600 a C

    José Guilherme R. Ferreira

    • 0
    • 0
    • 0
    Graças à decifração de inscrições cuneiformes em tabletes de argila, encontrados entre os rios Tigre e Eufrates, é possível hoje reproduzir algumas receitas mesopotâmicas: carne cozida com muito alho.
    Ver livro
  • Por uma educação para o açúcar Prosperidade é se lambuzar de leite condensado & As gorduras de ricos e pobres - cover

    Por uma educação para o açúcar...

    Carlos Alberto Dória

    • 0
    • 0
    • 0
    Não é preciso dizer quanto o seu excesso é nocivo à saúde (assim como o sal), e nem lembrar as epidemias modernas associadas ao descontrole no uso desses produtos. Muita gente defende a ideia que o leite condensado é um alimento "popular" e "tradicional" no Brasil. Várias receitas parecem impossíveis sem ele.  As gorduras dos ricos não são muito diferentes das gorduras dos pobres, é o que se constata ao continuarmos raciocinando sobre os números da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE de 2008-2009.
    Ver livro
  • Os anos dourados do dourado de rio O momento Piauí & O pé de galinha - cover

    Os anos dourados do dourado de...

    Carlos Alberto Dória

    • 0
    • 0
    • 0
    Adolescente, um dos grandes prazeres das minhas férias era pescar nas águas do rio Tietê, em Ibitinga, interior paulista. Entretido com amigos, entre piabas, lambaris, cascudos e bagres, nosso sonho era mesmo um dia, quem sabe, conseguir tirar da água um belo exemplar de dourado (Salminus brasiliensis). "O Piauí hoje é um Estado pouco conhecido no Brasil. As pessoas não sabem o que tem no Piauí". Quando a senhora destampa a panela de barro à mesa, exibindo com orgulho a galinha de capoeira ("caipira") ao molho, o aroma invade o ambiente. Em meio ao caldo amarelado e os pedaços de carne destaca-se, como um monu-mento, o pé e os três dedos tesos do animal-último testemunho de que andou a ciscar por aquele sertão.
    Ver livro
  • As frutas e o sujeito oculto Chefinhos e chefões & (Re)Centração gastronômica - cover

    As frutas e o sujeito oculto...

    Carlos Alberto Dória

    • 0
    • 0
    • 0
    Vivaldi, vivaldino, é que sabia das coisas. Distinguia cada uma das 4 estações e fazia delas uma festa! Que a música inspire a gastronomia do futuro. Chefinhos: são aqueles meninos e meninas (cada vez mais jovens, aliás) que adoram circular pela rua envergando sua roupa de trabalho. Chefões: são os chefinhos crescidos e estabelecidos. Adoram deitar regras para todos. Olham o mundo de braços cruzados, nariz empinado, como encarnações do imperial Paul Bocuse. Descentralização = (re)centração. Talitha aposta não onde a grana passeia pela rua, mas na direção para onde, necessariamente, um dia a cidade moderna crescerá. Antecipa. E isso já é visível pela quantidade de prédios novos que surgem nas imediações.
    Ver livro