Junte-se a nós em uma viagem ao mundo dos livros!
Adicionar este livro à prateleira
Grey
Deixe um novo comentário Default profile 50px
Grey
Assine para ler o livro completo ou leia as primeiras páginas de graça!
All characters reduced
Saber sonhar - cover
LER

Saber sonhar

Elisa Matos

Editora: CORDEL D' PRATA

  • 0
  • 0
  • 0

Sinopse

De mim para todos, um pouco de todos."Estive no tempo sem tempo,Sem tempo para viver.Eu vi o tempo passar…Eu vi o tempo correr…Pedi ao tempo mais tempoe o tempo me respondeu:“que o tempo sempre ficava…o tempo nunca passava… e quem passava era eu...."
Disponível desde: 25/07/2024.
Comprimento de impressão: 198 páginas.

Outros livros que poderiam interessá-lo

  • Os Lusíadas - cover

    Os Lusíadas

    Luís Vaz de Camões

    • 0
    • 0
    • 0
    Os Lusíadas é um poema épico, da autoria de Luís Vaz de Camões. Terá sido concluído em 1556 e foi publicado em 1572. A obra está dividida em dez cantos e começa com a pri­meira viagem de Vasco da Gama à Índia, sendo a história de Portugal, desde os seus primórdios, o pano de fundo da narrativa. N’Os Lusíadas perpassa o sentimento da multidão, do povo, da História daquela época.
    Fascinam-nos a remota geo­grafia e os estranhos costumes de povos longínquos. O que impressiona o leitor contemporâneo é o fôlego poderoso, o prazer que se solta da sonoridade dos versos de um mestre de uma língua e do seu ritmo.
    Camões é o poeta de uma poesia mais próxima da música, da pintura e da escultura do que de toda essa literatura que não é poesia. Este é o livro que é preciso ler para se compreender a iden­tidade portuguesa.
    Ver livro
  • Os escritores de cartas à mão armada - cover

    Os escritores de cartas à mão...

    Olufunke Ogundimu

    • 0
    • 0
    • 0
    Os escritores de cartas à mão armada da autoria de Olufunke Ogundimu é uma estória sobre uma comunidade nigeriana que recebe cartas de assaltantes à mão armada a anunciar a sua chegada e uma lista de pertences que tencionam levar. Os assaltantes também enviam cópias destas cartas à polícia, aconselhando as suas potenciais vítimas a não se incomodarem. Usando o pronome colectivo “nós” para implicar uma voz narrativa coroada, Ogundimu retrata efectivamente, com um sentido de humor peculiar, a confusão colectiva e a determinação de civis indefesos e o estado lamentável do policiamento no país
    Ver livro
  • Romeu e Julieta - Uma história de amor - cover

    Romeu e Julieta - Uma história...

    William Shakespeare

    • 0
    • 0
    • 0
    "Romeu e Julieta – Uma História de Amor" é um audiodrama envolvente que dá nova vida ao clássico de Shakespeare através de uma produção sonora rica e emocionante. Com trilha sonora original, efeitos que transportam o ouvinte para a Verona renascentista e interpretações intensas e sensíveis, esta versão destaca-se pela imersão e força dramática, fazendo o amor proibido de Romeu e Julieta ecoar com profundidade no universo do áudio.
    Ver livro
  • Ecos da Inquietude - Livro de poesias e haicais - cover

    Ecos da Inquietude - Livro de...

    Gilmar Piolla

    • 0
    • 0
    • 0
    Ecos da Inquietude 
    Em Ecos da Inquietude, Gilmar Piolla entrega ao leitor uma obra que é, ao mesmo tempo, travessia e espelho: um livro que reflete a alma de quem escreve e de quem lê, enquanto convida ambos a atravessar os labirintos da existência entre os ecos do ser, do querer, do sentir e do viver. 
    São 213 poemas que desenham uma cartografia do humano, com seus abismos e encantos, na leveza de quem sabe que há emoções que não se esgotam, mas se prolongam nos sentidos. Piolla assume a escrita como quem cultiva o olhar de um aprendiz, atento, curioso e despido de certezas. 
    Inspirado pela filosofia zen e por mestres como Leminski, Quintana, Pessoa e Nietzsche, o autor não imita, mas reinventa caminhos. O que ele busca é a essência que pulsa sob a superfície dos dias. Seus versos transitam entre a delicadeza do haicai e a ousadia da forma livre, sempre com lirismo e coragem. 
    A inquietude que dá nome ao livro não é paralisante, mas motor vital. É dela que nascem poemas como Resiliência, haicai que condensa em três versos uma sabedoria contemporânea: "Às vezes, o fardo / pede mais que paciência / um saco de resiliência." 
    A natureza surge como metáfora constante, não apenas cenário, mas linguagem da vida em movimento. A fronteira, território vivido pelo autor, aparece como imagem poética e política. Em Fronteira desvairada, o sublime das Cataratas do Iguaçu contrasta com a dureza das redes clandestinas: "Entre o sublime e o obscuro, a fronteira avança, incontrolável, entrelaçando idiomas, moedas e sonhos". 
    Com vocação para capturar o efêmero e ressignificar o trivial, Ecos da Inquietude propõe reeducar o olhar. Cada poema é fresta por onde escapa a luz ou a sombra da existência. É literatura que desafia a pressa e exige escuta: do outro, do mundo e de si. Ao unir linguagem acessível e densidade filosófica, Piolla inaugura uma obra memorável, que reverbera, como os ecos que a nomeiam, muito além da última página.
    Ver livro
  • O Ano em que Morri em Nova York - um romance sobre amar a si próprio - cover

    O Ano em que Morri em Nova York...

    Milly Lacombe

    • 0
    • 0
    • 0
    Nova edição do livro de Milly Lacombe: uma viagem de autoconhecimento e, acima de tudo, uma história de amor-próprio. 
    A protagonista deste romance vai do paraíso ao inferno em poucas páginas. Casada com a mulher que ama, ela suspeita de que tenha sido traída durante uma de suas viagens de negócios. A angústia de não saber o que se passa, o medo de perguntar, a desconfiança e a dúvida, que nunca tiveram espaço na relação – considerada perfeita pelos amigos –, agora rondam o casal. Mas será mesmo que a traição existiu? Ou era o amor que estava minguando? O ano em que morri em Nova York não é só a história de um casamento desfeito por conta de uma suposta traição. Estas páginas trazem a trajetória de uma mulher em sua redescoberta após o doloroso rompimento. 
    Jornalista que se tornou ativista LGBTQIAP+, Milly Lacombe cria neste seu primeiro romance, com viés autobiográfico, uma história densa, mas aliviada pelo humor. Um livro que é também uma viagem de autoconhecimento e, acima de tudo, uma história de amor-próprio.
    Ver livro
  • As solas dos pés do meu avô - cover

    As solas dos pés do meu avô

    Tiago D. Oliveira

    • 0
    • 0
    • 0
    Nas "rachaduras das solas duras" dos pés de um avô morto, "de cima de suas nove décadas", é que o poeta Tiago D. Oliveira tece a sua reflexão sobre a trama da existência. Nas palavras de Itamar Vieira Júnior, neste livro de poesia "As solas dos pés do meu avô" muitas vidas irão despontar da pele ressequida desses pés, as dos ascendentes e descendentes, tendo sempre a paisagem da Terra, não como mero palco dessa jornada humana, mas como uma personagem prenhe de vida, seja a cidade, Lisboa, ou o Sertão profundo. O gado, a água, as ruas, a casa e a religiosidade são elementos que compõem a seiva perene que alimenta nossos corpos desde a raiz. Com prefácio da doutora Clarissa Macedo e posfácio do escritor Ronaldo Cagiano, percebemos que ao ler esta obra que toca a imensidão de nós mesmos, constatamos que todos surgimos, de uma forma ou de outra, do caminhar dos que nos antecederam.
    Ver livro