Saboroso Rápido Borato - Saboroso Rápido Borato
Eva Goldsby
Maison d'édition: Babelcube
Synopsis
Muito bem. Eu. OK. Muito bem. Eu. OK. Muito bem. Eu. OK. Muito bem. Eu. OK.
Maison d'édition: Babelcube
Muito bem. Eu. OK. Muito bem. Eu. OK. Muito bem. Eu. OK. Muito bem. Eu. OK.
O sucesso de um restaurante é das coisas mais misteriosas. Por mais que seu chef ou proprietário acredite que está em suas mãos construí-lo, as informa-ções do mercado dizem o contrário.Voir livre
A tradição culinária é um fardo para a gastronomia. É fácil compreender isso se considerarmos a gastronomia como busca pela expressão dos prazeres que o comer encerra; "Você já comeu galinha caipira? Gostou?", me pergunta o governador do Acre, Tião Viana, um pouco antes do início de uma "tartarugada" feita numa fazenda no município de Xapuri, onde estávamos. Devia ser a décima pessoa a me fazer a mesma pergunta.Voir livre
"Três regiões culinárias destacam-se hoje no Brasil: a Baiana, a Nordestina e a Mineira. Na longa história nacional, este "gosto sertanejo" só adquiriu cidadania nos grandes centros urbanos onde é marcante a população de migrantes nordestinos.Voir livre
O Luiz Américo Camargo, crítico do caderno Paladar, do jornal O Estado de São Paulo, chama a atenção sobre a ordem de precedência no serviço dos restaurantes, ou melhor, para a desordem que tem se generalizado, preterindo-se as ladies em prol dos senhorios que, teoricamente, "pagam a conta". É uma inversão total do antigo código da cavalaria!Voir livre
O pirarucu do senhor Ejiri é entregue em restaurantes e poucos entrepostos na capital paulista, com a cabeça, o couro e sem escama, para que ninguém tenha que usar a faca no peixe antes de prepará‑loVoir livre
Quem vem lá: Você também vai encontrar histórias de pessoas que, além de lutar todos os dias para tirar o próprio sustento de uma atividade útil para outras pessoas e para a natureza, vêm contribuindo para fortalecer a nova gastronomia brasileira, enriquecer a nossa cultura e nos dar prazer. Palmitro real: A palmeira-real veio da Austrália para substituir a nativa juçara (Euterpe edulis) em nossa mesa. De tanto consumi-lo, quase extinguimos o palmito-juçara, que tem uma textura e um sabor muito superiores aos do palmito de açai, tendo se tornado uma espécie de coringa de todo chef de cozinha.Voir livre