Begleiten Sie uns auf eine literarische Weltreise!
Buch zum Bücherregal hinzufügen
Grey
Einen neuen Kommentar schreiben Default profile 50px
Grey
Jetzt das ganze Buch im Abo oder die ersten Seiten gratis lesen!
All characters reduced
Recolha de Memórias do Concelho de Redondo - cover

Recolha de Memórias do Concelho de Redondo

Santa Casa de Misericórdia de Redondo

Verlag: CORDEL D' PRATA

  • 0
  • 0
  • 0

Beschreibung

"Uma fotografia a cores dos valores, costumes e tradições, da cultura popular das gentes de sorriso fácil e acolhedor de Redondo." 
 Ana Teresa Bento

"A recolha neste livro valoriza os adultos mais velhos como mestres do conhecimento tradicional, respeitando sua sabedoria e contribuição para a sociedade." 
 Sara Cabeça

"Uma viagem pelas memórias de um concelho, eternizando saberes, história e cultura local. Parabéns pelo vosso trabalho!" 
Dora Jeremias

"As palavras do povo alentejano revelam a nossa identidade e como enfrentamos diversas situações. Este livro celebra os nossos usos, costumes e a riqueza das diferentes culturas que se enraizaram aqui." 
Mário Fernando da Silva Lopes Mateus
Verfügbar seit: 12.07.2023.

Weitere Bücher, die Sie mögen werden

  • O Ano em que Morri em Nova York - um romance sobre amar a si próprio - cover

    O Ano em que Morri em Nova York...

    Milly Lacombe

    • 0
    • 0
    • 0
    Nova edição do livro de Milly Lacombe: uma viagem de autoconhecimento e, acima de tudo, uma história de amor-próprio. 
    A protagonista deste romance vai do paraíso ao inferno em poucas páginas. Casada com a mulher que ama, ela suspeita de que tenha sido traída durante uma de suas viagens de negócios. A angústia de não saber o que se passa, o medo de perguntar, a desconfiança e a dúvida, que nunca tiveram espaço na relação – considerada perfeita pelos amigos –, agora rondam o casal. Mas será mesmo que a traição existiu? Ou era o amor que estava minguando? O ano em que morri em Nova York não é só a história de um casamento desfeito por conta de uma suposta traição. Estas páginas trazem a trajetória de uma mulher em sua redescoberta após o doloroso rompimento. 
    Jornalista que se tornou ativista LGBTQIAP+, Milly Lacombe cria neste seu primeiro romance, com viés autobiográfico, uma história densa, mas aliviada pelo humor. Um livro que é também uma viagem de autoconhecimento e, acima de tudo, uma história de amor-próprio.
    Zum Buch
  • A jornada para Hidaspes - cover

    A jornada para Hidaspes

    Pedro Chambel

    • 0
    • 0
    • 0
    É em Hidaspes que, em 326 a.C., Alexandre, o Grande e o seu exército de macedônios, após atravessarem uma região cheia de monções e de monstros desconhecidos - como deveriam ser, aos olhos dos antigos, os elefantes do exército de Poro - conquistaram a imensa região da Índia, ponto de viragem para o domínio do subcontinente indiano e de toda a Ásia menor e médio Oriente. Pedro Chambel resgata o evento épico e evoca a aura desta batalha ímpar. Em "A jornada para Hidaspes", seu primeiro livro de poesia, Chambel reconstrói o iter da vida: ainda jovem, sair da própria vila, buscar a conquista, desbravar o incógnito, enfrentar desafios impossíveis, surpreendentes, inimagináveis. Terá valido a pena pagar o preço? Na solidão do conquistador, o poeta senta-se "no cimo do mundo" e espera "pelas canções marinhas" enquanto escuta "o choro das crianças". Sua vida, tal como um navio, "segue frágil / solta-se ao vento / ao arrepio da maré". E embora o seu destino seja a conquista, prossegue "náufrago e sem perdão divino / nas viagens que faço por oceanos e rios sem memória". Como Pedro escreve, na batalha da vida, por vezes parece que perdemos "o barco de novo e de novo" e a "esperança num destino venturoso / é uma quimera sem futuro". Nesta jornada poética, o leitor percebe que não há vitória à vista, e que apenas "Seguimos / até ao dia / em que decidimos tocar nas mãos / que aladas nos perseguiam".
    Zum Buch
  • Os Lusíadas - cover

    Os Lusíadas

    Luís Vaz de Camões

    • 0
    • 0
    • 0
    Os Lusíadas é um poema épico, da autoria de Luís Vaz de Camões. Terá sido concluído em 1556 e foi publicado em 1572. A obra está dividida em dez cantos e começa com a pri­meira viagem de Vasco da Gama à Índia, sendo a história de Portugal, desde os seus primórdios, o pano de fundo da narrativa. N’Os Lusíadas perpassa o sentimento da multidão, do povo, da História daquela época.
    Fascinam-nos a remota geo­grafia e os estranhos costumes de povos longínquos. O que impressiona o leitor contemporâneo é o fôlego poderoso, o prazer que se solta da sonoridade dos versos de um mestre de uma língua e do seu ritmo.
    Camões é o poeta de uma poesia mais próxima da música, da pintura e da escultura do que de toda essa literatura que não é poesia. Este é o livro que é preciso ler para se compreender a iden­tidade portuguesa.
    Zum Buch
  • Agita as águas Rompe o Silêncio - cover

    Agita as águas Rompe o Silêncio

    Fernando Machado Silva

    • 0
    • 0
    • 0
    A poesia em prosa de Fernando Machado Silva consagra-se novamente em duas obras complementares, que confirmam a assinatura perene e simultaneamente fluída do autor. Em sua nova obra "Agita as Águas. Rompe o Silêncio", o autor traz-nos dois livros, duas narrativas que entrelaçam ficção e sentimento. Os sujeitos poéticos apresentam-se com familiaridade entre si e com o leitor, através de um jogo de espelhos vibrante e perturbador. No primeiro livro, "Agita as águas, rompe o silêncio: uma carta perdida de Johannes", acessamos uma paisagem de sentidos perdidos na neblina escaldante de um segredo. O leitor pode ser cúmplice ou denunciante diante de um paradoxo filosófico e ético, em uma narrativa de turbilhão, em que os sentimentos afloram e correm feito um rio revolto. No segundo livro inserido na obra, o poeta-prosador conduz-nos por um novo mistério através do olhar observante e de testemunho do sujeito poético em "A quem devemos este deserto que alastra em cada mão: uma novela vedântica", que vicia-nos na espreita de uma porta entreaberta, cujo interior permanece encoberto pelas falas das personagens Jiva, Atman e Jivatman. Nesta obra única, Fernando traz um sentido político e holístico para a linguagem, indissociável da questão ética, com as hesitações, as dúvidas e as fragilidades humanas, em seu ininterrupto diálogo com o eterno.
    Zum Buch
  • Levante - cover

    Levante

    Henrique Marques Samyn

    • 0
    • 0
    • 0
    Samyn mergulha na lama primordial onde nossa ancestralidade repousa e transforma em ponto versificado o que nos trouxe até aqui: a coragem, a capacidade de recriar, de gerar tecnologias de produção de infinitos, assim define Cidinha da Silva no prefácio da obra.
    Zum Buch
  • A Morte de Ivan Ilitch - cover

    A Morte de Ivan Ilitch

    Léon Tolstoï

    • 0
    • 0
    • 0
    Sem dúvida uma das mais belas novelas de Tolstói, A Morte de Ivan Ilitch desperta as mais profundas reflexões a respeito da morte e, consequentemente, da vida. Ao se deparar com a brutal sombra da morte e a consciência do fim, o protagonista, em meio à sua agonia, começa a se questionar sobre a validade de suas atitudes e o sentido da existência. Publicada pela primeira vez em 1886, trata-se de uma narrativa brilhante e que traz uma visão moral que transcende as barreiras do tempo. Esta edição conta com tradução direta do original russo.
    Zum Buch