Begleiten Sie uns auf eine literarische Weltreise!
Buch zum Bücherregal hinzufügen
Grey
Einen neuen Kommentar schreiben Default profile 50px
Grey
Jetzt das ganze Buch im Abo oder die ersten Seiten gratis lesen!
All characters reduced
A vida como um aspirador - cover

A vida como um aspirador

Sandra Soares

Verlag: CORDEL D' PRATA

  • 0
  • 0
  • 0

Beschreibung

Em cada mensagem que lês, descobres mais um pouco de ti, mergulhando em cada palavra dentro do teu oceano. Cada descoberta que fazes, entendes um pouco mais do teu ser mais profundo, vais chorar, vais rir, vais entrar num mundo que é só teu em busca de mais um crescer. E não é por isso que cá andamos? Para crescer, para evoluir, para conhecermos a nossa essência que ficou lá escondida enquanto cegos caminhamos na roda que insistimos em ficar por ser conhecida! Queres saltar? Podes magoar-te, digo-te... ou não! Somos todos diferentes.Gosto de falar das minhas experiências: já saltei e correu bem, já abrandei a roda até sair em segurança. Mas sabes, somos todos iguais e todos diferentes, inicia a viagem e no caminho toma a tua decisão! Sentindo cada passo que dás como se fosse o último e sem qualquer expectativa, este sem dúvida é o truque!
Verfügbar seit: 17.12.2024.
Drucklänge: 294 Seiten.

Weitere Bücher, die Sie mögen werden

  • Também guardamos pedras aqui - cover

    Também guardamos pedras aqui

    Luiza Romão

    • 0
    • 0
    • 0
    Em "Também guardamos pedras aqui", a poeta, atriz e slammer Luiza Romão retoma a Ilíada, de Homero, e a relê à luz do tempo presente. Os poemas reunidos neste livro se voltam para a Guerra de Tróia e seus célebres personagens, recontando o evento e subvertendo a versão grega imortalizada na obra homérica. Ao demonstrar como "a literatura ocidental começou com um massacre", o livro traça interessantes paralelos com os nossos dias.
    Zum Buch
  • Os Lusíadas - cover

    Os Lusíadas

    Luís Vaz de Camões

    • 0
    • 0
    • 0
    Os Lusíadas é um poema épico, da autoria de Luís Vaz de Camões. Terá sido concluído em 1556 e foi publicado em 1572. A obra está dividida em dez cantos e começa com a pri­meira viagem de Vasco da Gama à Índia, sendo a história de Portugal, desde os seus primórdios, o pano de fundo da narrativa. N’Os Lusíadas perpassa o sentimento da multidão, do povo, da História daquela época.
    Fascinam-nos a remota geo­grafia e os estranhos costumes de povos longínquos. O que impressiona o leitor contemporâneo é o fôlego poderoso, o prazer que se solta da sonoridade dos versos de um mestre de uma língua e do seu ritmo.
    Camões é o poeta de uma poesia mais próxima da música, da pintura e da escultura do que de toda essa literatura que não é poesia. Este é o livro que é preciso ler para se compreender a iden­tidade portuguesa.
    Zum Buch
  • O Alienista - cover

    O Alienista

    Machado de Assis

    • 0
    • 0
    • 0
    A vila de Itaguaí jamais foi a mesma depois que Simão Bacamarte fez esta declaração a Sua Majestade. Embrenhado pelos fios tênues que separam a loucura da sanidade e amparado pelo poder político e social que a alcunha de “Dr.” lhe confere, Bacamarte se depara com as virtudes e fraquezas humanas da sociedade itaguaiense; um espelho, em menor ou maior grau de qualquer outra sociedade - Já que formada por seres humanos. Cada personagem, cidadãos ilustres da pequena vila, têm suas particularidades intrínsecas dissecadas, nas artimanhas mentais, melindres psíquicos e nos atos coletivos que respondem ao agir do poder público na cidade. Lúcido ou louco? Médico ou monstro? Só o cientista poderá responder, sobre os outros, ou melhor ainda, sobre si mesmo.
    Zum Buch
  • Memórias Póstumas de Brás Cubas - cover

    Memórias Póstumas de Brás Cubas

    Machado de Assis

    • 0
    • 0
    • 0
    "Memórias Póstumas de Brás Cubas" é uma obra-prima da literatura brasileira escrita por Machado de Assis e publicada em 1881. O livro é narrado pelo defunto autor Brás Cubas, que relata suas memórias de forma irreverente e sarcástica. Através de uma prosa inovadora e repleta de digressões, Machado de Assis aborda temas como amor, morte, política e sociedade, questionando as convenções e hipocrisias da época.
    Zum Buch
  • O Corvo - cover

    O Corvo

    Edgar Allan Poe

    • 0
    • 0
    • 0
    Este livro apresenta o poema O Corvo de Edgar Allan Poe na tradução de Fernando Pessoa, um dos maiores poetas da língua portuguesa, juntamente com sua versão original, em inglês, de 1845. O livro também apresenta ao final a versão de Machado de Assis, a primeira tradução do texto em língua portuguesa publicada em 1883. Todavia, optou-se por priorizar a versão de Fernando Pessoa devido a fidelidade ao texto original.O poema de dezoito estrofes e cento e oito versos impactou público e crítica desde sua publicação. O ambiente gótico e o clima de conto de horror, marcas registradas de Poe, dão o tom da história do encontro de um homem e um corvo falante de apenas uma frase, que participam de uma conversa, da qual fica evidente que o interlocutor fala mais com si, com seus pesadelos e seu luto da perda de sua amada, do que com o próprio pássaro.Esta edição especial, ricamente ilustrada, apresenta uma visão criativa sobre a obra do Poe com foco no sentimento do luto, ambientando o enredo em um cenário gótico e cheio de neblina. O corvo toma formas distintas, desde o animal corporal até os formatos de sonho e da amada que partiu. O Corvo cresce em tamanho, tal qual as alucinações e pensamentos tomam forma envolta do personagem principal. Toda ambiência gótica é elevada ao extremo, até que as primeiras lágrimas do protagonista caiam, simbolizando sua aceitação do luto, e de que não haverá "NADA MAIS".
    Zum Buch
  • Os Móveis Continuam Prisioneiros - cover

    Os Móveis Continuam Prisioneiros

    Jeferson Barbosa

    • 0
    • 0
    • 0
    Em "Os Móveis Continuam Prisioneiros", Jeferson Barbosa nos convida a adentrar uma casa singular, onde cada cômodo abriga poemas-móveis imbuídos de histórias. Através de uma linguagem poética e rica em imagens, o autor explora as profundezas da alma humana, revelando as marcas deixadas pelo tempo, as dores da perda e a fragilidade das relações. Os móveis, silenciosas testemunhas do passado, ganham vida e voz, tecendo narrativas que evocam memórias, desejos e frustrações.A solidão, o amor, a culpa e a busca por significado permeiam os versos, criando uma atmosfera densa e reflexiva. O leitor é convidado a desvendar os segredos guardados em cada gaveta, a tocar as cicatrizes gravadas na madeira e a se confrontar com a efemeridade da vida. Prepare-se para se emocionar com a história da baleia que assombra um quarto infantil, a sentir a angústia de um amor impossível que atravessa décadas e a refletir sobre a força do perdão diante de um colchão manchado pela culpa."Os Móveis Continuam Prisioneiros" é uma obra que transcende o poético e convida o leitor a uma profunda imersão no universo interior dos personagens, revelando a beleza e a complexidade da experiência humana. Através da sensibilidade e da maestria de Jeferson Barbosa, a poesia se torna um instrumento de reflexão sobre a vida, a morte e as relações que tecem a nossa existência.
    Zum Buch