A Morte do Amor
Luís Filipe Marinheiro
Maison d'édition: CORDEL D' PRATA
Synopsis
Poema visceral sobre amor, morte e renascimento.
Maison d'édition: CORDEL D' PRATA
Poema visceral sobre amor, morte e renascimento.
Ecos da Inquietude Em Ecos da Inquietude, Gilmar Piolla entrega ao leitor uma obra que é, ao mesmo tempo, travessia e espelho: um livro que reflete a alma de quem escreve e de quem lê, enquanto convida ambos a atravessar os labirintos da existência entre os ecos do ser, do querer, do sentir e do viver. São 213 poemas que desenham uma cartografia do humano, com seus abismos e encantos, na leveza de quem sabe que há emoções que não se esgotam, mas se prolongam nos sentidos. Piolla assume a escrita como quem cultiva o olhar de um aprendiz, atento, curioso e despido de certezas. Inspirado pela filosofia zen e por mestres como Leminski, Quintana, Pessoa e Nietzsche, o autor não imita, mas reinventa caminhos. O que ele busca é a essência que pulsa sob a superfície dos dias. Seus versos transitam entre a delicadeza do haicai e a ousadia da forma livre, sempre com lirismo e coragem. A inquietude que dá nome ao livro não é paralisante, mas motor vital. É dela que nascem poemas como Resiliência, haicai que condensa em três versos uma sabedoria contemporânea: "Às vezes, o fardo / pede mais que paciência / um saco de resiliência." A natureza surge como metáfora constante, não apenas cenário, mas linguagem da vida em movimento. A fronteira, território vivido pelo autor, aparece como imagem poética e política. Em Fronteira desvairada, o sublime das Cataratas do Iguaçu contrasta com a dureza das redes clandestinas: "Entre o sublime e o obscuro, a fronteira avança, incontrolável, entrelaçando idiomas, moedas e sonhos". Com vocação para capturar o efêmero e ressignificar o trivial, Ecos da Inquietude propõe reeducar o olhar. Cada poema é fresta por onde escapa a luz ou a sombra da existência. É literatura que desafia a pressa e exige escuta: do outro, do mundo e de si. Ao unir linguagem acessível e densidade filosófica, Piolla inaugura uma obra memorável, que reverbera, como os ecos que a nomeiam, muito além da última página.Voir livre
Uma tragédia ancestral, um destino selado pelos deuses. "Herança Maldita" reconta o mito de Édipo com linguagem envolvente e atmosfera densa, conduzindo o ouvinte por um caminho de revelações sombrias, culpa e redenção. Um audiolivro poderoso que mergulha na alma humana e nos mistérios do destino.Voir livre
Descubra uma viagem poética arrebatadora através dos ecos do leste da República Democrática do Congo com a coleção "Ecos do Leste da República Democrática do Congo: Poemas de uma Terra de Guerra Perpétua". Através de 13 capítulos cativantes, mergulhe nas profundezas desta região marcada por um conflito perpétuo. Os poemas ressoam como testemunhos pungentes da dor do conflito, expondo as cicatrizes invisíveis deixadas por décadas de violência. Explore a resiliência das almas, a natureza ferida e a frágil esperança, à medida que cada capítulo revela uma faceta emocional desta terra marcada por cicatrizes. "Ecos do Leste da República Democrática do Congo" transcende os limites da poesia tradicional, mergulhando em temas sociais e políticos complexos. Desde a história angustiante das crianças até às repercussões da violência sexual como arma de guerra, cada poema é uma nuance na paleta emocional desta realidade complexa. A procura da paz e a luz na escuridão oferecem um vislumbre de esperança, enquanto o paradoxo da RDC encerra esta viagem com uma reflexão sobre as contradições de uma terra rica em recursos mas empobrecida pela guerra. Cada página desta coleção é cuidadosamente tecida, cada poema é uma sinfonia de emoções. Quando se fecha o livro, os ecos destes poemas permanecem, convidando os leitores a sentir, compreender e agir. "Ecos do Leste da República Democrática do Congo" é muito mais do que uma coleção de poemas; é um apelo à compaixão, à justiça e à construção de um futuro onde a poesia conta uma história de resiliência e reconstrução. Mergulhe nesta experiência literária inesquecível.Voir livre
Em "Também guardamos pedras aqui", a poeta, atriz e slammer Luiza Romão retoma a Ilíada, de Homero, e a relê à luz do tempo presente. Os poemas reunidos neste livro se voltam para a Guerra de Tróia e seus célebres personagens, recontando o evento e subvertendo a versão grega imortalizada na obra homérica. Ao demonstrar como "a literatura ocidental começou com um massacre", o livro traça interessantes paralelos com os nossos dias.Voir livre
“A tranquilidade e a satisfação não estão fora do homem, mas dentro de si próprio.” "Enfermaria nº 6” é o conto mais famoso de Tchekhov. A história é ambientada em um hospital provincial e explora o conflito filosófico entre Ivan Dmitritch, um paciente, e Andrey Ragin, médico-chefe de um hospital. Ivan denuncia a injustiça que vê em toda parte, enquanto o médico insiste em ignorar a injustiça e outros males; parcialmente como resultado desta forma de pensar, ele negligencia resolver as péssimas condições da ala psiquiátrica. Quando o próprio Dr. Ragin é lá internado, ele percebe a falácia de sua filosofia e, tarde demais, entende que o mal deve ser enfrentado. O conto pode ser visto como uma analogia ao comportamento humano que, em vez de lidar com os problemas, opta por vê-los à distância e ignorá-los.Voir livre
Os Lusíadas é um poema épico, da autoria de Luís Vaz de Camões. Terá sido concluído em 1556 e foi publicado em 1572. A obra está dividida em dez cantos e começa com a primeira viagem de Vasco da Gama à Índia, sendo a história de Portugal, desde os seus primórdios, o pano de fundo da narrativa. N’Os Lusíadas perpassa o sentimento da multidão, do povo, da História daquela época. Fascinam-nos a remota geografia e os estranhos costumes de povos longínquos. O que impressiona o leitor contemporâneo é o fôlego poderoso, o prazer que se solta da sonoridade dos versos de um mestre de uma língua e do seu ritmo. Camões é o poeta de uma poesia mais próxima da música, da pintura e da escultura do que de toda essa literatura que não é poesia. Este é o livro que é preciso ler para se compreender a identidade portuguesa.Voir livre