Rejoignez-nous pour un voyage dans le monde des livres!
Ajouter ce livre à l'électronique
Grey
Ecrivez un nouveau commentaire Default profile 50px
Grey
Abonnez-vous pour lire le livre complet ou lisez les premières pages gratuitement!
All characters reduced
Confusão de sensações - cover

Confusão de sensações

Letícia Rosário

Maison d'édition: CORDEL D' PRATA

  • 0
  • 0
  • 0

Synopsis

A poesia é como uma rota de fuga para muitos, uma fuga que permite libertar a mais íntima sensação.Confusão de Sensações é uma coletânea de poemas que transmite dores e sentimentos em conflito. Uma obra que permite ao leitor identificar-se a cada verso, compartilhando as suas sensações com as da autora.
Disponible depuis: 17/12/2024.
Longueur d'impression: 76 pages.

D'autres livres qui pourraient vous intéresser

  • A Morte de Ivan Ilitch - cover

    A Morte de Ivan Ilitch

    Léon Tolstoï

    • 0
    • 0
    • 0
    Sem dúvida uma das mais belas novelas de Tolstói, A Morte de Ivan Ilitch desperta as mais profundas reflexões a respeito da morte e, consequentemente, da vida. Ao se deparar com a brutal sombra da morte e a consciência do fim, o protagonista, em meio à sua agonia, começa a se questionar sobre a validade de suas atitudes e o sentido da existência. Publicada pela primeira vez em 1886, trata-se de uma narrativa brilhante e que traz uma visão moral que transcende as barreiras do tempo. Esta edição conta com tradução direta do original russo.
    Voir livre
  • Ecos da Inquietude - Livro de poesias e haicais - cover

    Ecos da Inquietude - Livro de...

    Gilmar Piolla

    • 0
    • 0
    • 0
    Ecos da Inquietude 
    Em Ecos da Inquietude, Gilmar Piolla entrega ao leitor uma obra que é, ao mesmo tempo, travessia e espelho: um livro que reflete a alma de quem escreve e de quem lê, enquanto convida ambos a atravessar os labirintos da existência entre os ecos do ser, do querer, do sentir e do viver. 
    São 213 poemas que desenham uma cartografia do humano, com seus abismos e encantos, na leveza de quem sabe que há emoções que não se esgotam, mas se prolongam nos sentidos. Piolla assume a escrita como quem cultiva o olhar de um aprendiz, atento, curioso e despido de certezas. 
    Inspirado pela filosofia zen e por mestres como Leminski, Quintana, Pessoa e Nietzsche, o autor não imita, mas reinventa caminhos. O que ele busca é a essência que pulsa sob a superfície dos dias. Seus versos transitam entre a delicadeza do haicai e a ousadia da forma livre, sempre com lirismo e coragem. 
    A inquietude que dá nome ao livro não é paralisante, mas motor vital. É dela que nascem poemas como Resiliência, haicai que condensa em três versos uma sabedoria contemporânea: "Às vezes, o fardo / pede mais que paciência / um saco de resiliência." 
    A natureza surge como metáfora constante, não apenas cenário, mas linguagem da vida em movimento. A fronteira, território vivido pelo autor, aparece como imagem poética e política. Em Fronteira desvairada, o sublime das Cataratas do Iguaçu contrasta com a dureza das redes clandestinas: "Entre o sublime e o obscuro, a fronteira avança, incontrolável, entrelaçando idiomas, moedas e sonhos". 
    Com vocação para capturar o efêmero e ressignificar o trivial, Ecos da Inquietude propõe reeducar o olhar. Cada poema é fresta por onde escapa a luz ou a sombra da existência. É literatura que desafia a pressa e exige escuta: do outro, do mundo e de si. Ao unir linguagem acessível e densidade filosófica, Piolla inaugura uma obra memorável, que reverbera, como os ecos que a nomeiam, muito além da última página.
    Voir livre
  • Baleias Bromélias e outras naturezas - cover

    Baleias Bromélias e outras...

    Kátia Bandeira de Mello

    • 0
    • 0
    • 0
    Em "Baleias, Bromélia e Outras Naturezas", nos deparamos com a extraordinária capacidade de evocar lugares ou nomes célebres como Franz Kafka, Baudelaire e John Cage, que abrem os caminhos para o argumento fulcral da poetisa Kátia Bandeira de Mello. Os pensamentos em versos livres correm torrencialmente sobre o papel, em desabafo e confissão, e procuram chamar a atenção da humanidade não só para questões éticas contemporâneas, mas para a ligação que existe nós e a Natureza — e, sobretudo, para o amor e os estremecimentos entre seres amorosos. Promessas incumpridas, alusões filosóficas: o caminho errático pelos labirintos da existência. Como diz João Nemi Neto, "escrever poesia é se abrir para o mundo" e "falar de poesia é se arriscar e tentar se encontrar nos mundos que poetas tentam nos mostrar". Neste jogo de chiaroscuro, a autora se revela e se esconde através dos textos e das lacunas. Os seus versos lancinantes são por vezes interrompidos por interlúdios narrativos dos quais surgem pensamentos, ora obsessivos, ora apaziguantes: feito vendaval, chuva de verão, intempérie da natureza. Caberá ao leitor desenrolar este novelo de imagens e sensações para descobrir o destino dos poemas, no movimento onda a onda de buscar salvar-se diante da vida, do amor, da Natureza — resgatar a alma e permitir-se assimilar o fulgor da existência.
    Voir livre
  • A lesma arrasta-se - cover

    A lesma arrasta-se

    Eduardo Arimateia

    • 0
    • 0
    • 0
    O tempo atravessa a poesia de Eduardo Arimateia com um exército de memórias aparentemente perdidas, que engolem o leitor desde o primeiro verso. Em "A lesma arrasta-se", seu livro de poesia, há um convite a um mergulho intenso num leito de um rio que segue o caminho da névoa do pensamento, entre o corriqueiro e algo de singularmente místico da experiência humana. Numa dança ora suave, ora violenta, a palavra une o corpo do poeta ao do leitor, que necessariamente se detém em sensações familiares e também estranhas. O ritmo dos versos é pulsante, mas as ideias emaranham-se lentamente naquilo que se apresenta, com todo o nexo, no absurdo - como a lógica de um sonho longo do qual não se consegue acordar. Numerados e encadeados, os poemas da obra de Arimateia não se pretendem constituir numa narrativa lógica, mas no desdobramento de pensamentos suspensos e não lineares, próprios da vitalidade de sentimentos que nem sempre conseguimos expressar, mas que, num lugar comum da metafísica da experiência, conhecemos.
    Voir livre
  • Fanta Groselha - cover

    Fanta Groselha

    Makena Onjerika

    • 0
    • 0
    • 0
    Fanta Groselha  é um retrato sombrio dos sem-abrigo e da vida dos meninos de rua em Nairobi. O conto centra-se em Meri, cuja história é contada por um coro de narradoras sem rosto e sem nome que são também suas consortes. Navegam pela vida sem rumo certo a pedir esmolas, a roubar aos peões, a esquivar-se às autoridades, a venderem o corpo. 
    Fanta Groselha é um conto cativante pela sua coragem, humor e inventividade linguística. O seu forte sentido de lugar faz com que seja uma experiência de leitura imersiva e gratificante.
    Voir livre
  • Os poemas queimados do Prof João - cover

    Os poemas queimados do Prof João

    Sebastião Barros Valle

    • 0
    • 0
    • 0
    Todos tivemos um Prof. João, que nos inspirou nas artes da vida, que marcou a nossa caminhada de aprendizagem aos tropeções. Nesta colectânea de poemas, Sebastião Barros Vale traz a figura desses mestres que acendem um fósforo – o fogo da vida, o fogo da palavra – dentro de nós. E, mesmo que partam para nunca mais, ficarão connosco, ainda que guardados nos lugares perdidos da memória. Se essa história é verdade, não importa muito. Importa que o poeta traz o arquétipo do mestre, e sobre ele erige a sua obra inaugural, Os Poemas Queimados do Prof. João com vinte e seis poemas divididos em seis partes. Com referências a Cesário Verde e Sophia de Mello Breyner, ao Brasil e a Lisboa, poucos não se identificarão com as viagens espirituais do escritor. Acima de tudo, sobressai a sua capacidade de criar a união entre as ideias e a escrita dos que o inspiram, sob a égide da efemeridade da vida, como em Ribalta: "Resta o sol para iluminar / As folhas secas / Que morreram desidratadas", poema curto e forte, a revelar que a vida permanece, a queimar, apesar de nós.
    Voir livre