Begleiten Sie uns auf eine literarische Weltreise!
Buch zum Bücherregal hinzufügen
Grey
Einen neuen Kommentar schreiben Default profile 50px
Grey
Jetzt das ganze Buch im Abo oder die ersten Seiten gratis lesen!
All characters reduced
Palavras tardias - cover

Palavras tardias

José Gomes Correia Luis

Verlag: CORDEL D' PRATA

  • 0
  • 0
  • 0

Beschreibung

As rimas que fazem parte deste livro, foram escritas em momentos de grande sensibilidade interna, muitas vezes em e ambientes naturais de extrema beleza.
As palavras escritas tardiamente fluíam em momentos intensos motivados por sensações algumas vezes adversas, resultantes de situações conjunturais, sociais e naturais.
As composições transcrevem o trilho do meu estado de espírito catalisado pela situação momentânea sentida e vivida nesse espaço temporal.   
Verfügbar seit: 31.01.2023.

Weitere Bücher, die Sie mögen werden

  • Sebastopol - Guerra da Crimeia - cover

    Sebastopol - Guerra da Crimeia

    Léon Tolstoï

    • 0
    • 0
    • 0
    Este extraordinário título traz três relatos escritos por Tolstói, enquanto ex-combatente a serviço do exército russo, acerca do cruel conflito na península da Crimeia. Dividido em três contos, os relatos expõem algumas das piores atrocidades da guerra em uma análise dolorosa e detalhada, fruto do genial poder de observação do autor. Mais de 160 anos depois, em plena guerra na Ucrânia, a leitura desta obra se faz mais do que necessária e revela uma atualidade ao mesmo tempo sombria e impressionante.
    Zum Buch
  • Mensagem - cover

    Mensagem

    Fernando Pessoa

    • 0
    • 0
    • 0
    Uma obra repleta de simbolismo, «realmente um só poema» numa sequência de quarenta e quatro composições imersas num certo sebastianismo. Questão que só o próprio Pessoa poderia decifrar: até que ponto essa construção saudosista e sebastianista não é apenas e só mais uma das máscaras do poeta, mais uma das facetas do seu fingimento?
    A história de Portugal é o tema, ainda que o intuito não seja propriamente narrar os grandes feitos portugueses. Com Pessoa revisitámos o passado lendário e mítico, a saga dos Descobrimentos, na busca de um sentido para essa antiga grandeza contraposta à decadência atual. Estaremos diante do plano para regenerar Portugal, incutido nesse desígnio divino e espiritual – o Quinto Império? Ou será que, como disse Jorge de Sena, a Mensagem é apenas a criação poética, e por isso, lúdica, de um Portugal mítico?
    Zum Buch
  • Agita as águas Rompe o Silêncio - cover

    Agita as águas Rompe o Silêncio

    Fernando Machado Silva

    • 0
    • 0
    • 0
    A poesia em prosa de Fernando Machado Silva consagra-se novamente em duas obras complementares, que confirmam a assinatura perene e simultaneamente fluída do autor. Em sua nova obra "Agita as Águas. Rompe o Silêncio", o autor traz-nos dois livros, duas narrativas que entrelaçam ficção e sentimento. Os sujeitos poéticos apresentam-se com familiaridade entre si e com o leitor, através de um jogo de espelhos vibrante e perturbador. No primeiro livro, "Agita as águas, rompe o silêncio: uma carta perdida de Johannes", acessamos uma paisagem de sentidos perdidos na neblina escaldante de um segredo. O leitor pode ser cúmplice ou denunciante diante de um paradoxo filosófico e ético, em uma narrativa de turbilhão, em que os sentimentos afloram e correm feito um rio revolto. No segundo livro inserido na obra, o poeta-prosador conduz-nos por um novo mistério através do olhar observante e de testemunho do sujeito poético em "A quem devemos este deserto que alastra em cada mão: uma novela vedântica", que vicia-nos na espreita de uma porta entreaberta, cujo interior permanece encoberto pelas falas das personagens Jiva, Atman e Jivatman. Nesta obra única, Fernando traz um sentido político e holístico para a linguagem, indissociável da questão ética, com as hesitações, as dúvidas e as fragilidades humanas, em seu ininterrupto diálogo com o eterno.
    Zum Buch
  • O Corvo - cover

    O Corvo

    Edgar Allan Poe

    • 0
    • 0
    • 0
    Este livro apresenta o poema O Corvo de Edgar Allan Poe na tradução de Fernando Pessoa, um dos maiores poetas da língua portuguesa, juntamente com sua versão original, em inglês, de 1845. O livro também apresenta ao final a versão de Machado de Assis, a primeira tradução do texto em língua portuguesa publicada em 1883. Todavia, optou-se por priorizar a versão de Fernando Pessoa devido a fidelidade ao texto original.O poema de dezoito estrofes e cento e oito versos impactou público e crítica desde sua publicação. O ambiente gótico e o clima de conto de horror, marcas registradas de Poe, dão o tom da história do encontro de um homem e um corvo falante de apenas uma frase, que participam de uma conversa, da qual fica evidente que o interlocutor fala mais com si, com seus pesadelos e seu luto da perda de sua amada, do que com o próprio pássaro.Esta edição especial, ricamente ilustrada, apresenta uma visão criativa sobre a obra do Poe com foco no sentimento do luto, ambientando o enredo em um cenário gótico e cheio de neblina. O corvo toma formas distintas, desde o animal corporal até os formatos de sonho e da amada que partiu. O Corvo cresce em tamanho, tal qual as alucinações e pensamentos tomam forma envolta do personagem principal. Toda ambiência gótica é elevada ao extremo, até que as primeiras lágrimas do protagonista caiam, simbolizando sua aceitação do luto, e de que não haverá "NADA MAIS".
    Zum Buch
  • Clepsydra - Poemas de Camilo Pessanha - cover

    Clepsydra - Poemas de Camilo...

    Camilo Pessanha

    • 0
    • 0
    • 0
    Um século depois da primeira edição, Clepsydra, de Camilo Pessanha, obra marcante do simbolismo português e fonte de inspiração para a geração de Orpheu, ganha, nesta edição, um retorno à intenção de organização do autor, baseada numa lista, inédita, com a caligrafia de Pessanha que ordenaria a edição dos seus poemas.
    Esses poemas circularam em manuscrito entre os amigos e eram «muito conhecidos, e invariavelmente admirados, por toda Lisboa», como escreveu Pessoa. A publicação teve lugar em 1920, revelando, como jurou Jorge de Sena, «um dos mais extraordinários artistas que em nossa língua haja escrito». Da sua poesia, prossegue Sena, deve realçar-se «a natureza reticente e delicadíssima» ou «a transposição quase mallarmeana dos factos, aliada a uma quebrada melancolia do dizer, que só tem paralelo em Verlaine».
    Liberta de falsas emoções, ciente da passagem do tempo, aceitando lucidamente a realidade da vida e da morte, esquiva a todo o sentimentalismo, a sua poesia é, diz Sena, «um puro milagre de murmúrio rigorosamente verbal, cuja alada forma a língua portuguesa nunca tivera e não tornou ainda a ter».
    Zum Buch
  • Levante - cover

    Levante

    Henrique Marques Samyn

    • 0
    • 0
    • 0
    Samyn mergulha na lama primordial onde nossa ancestralidade repousa e transforma em ponto versificado o que nos trouxe até aqui: a coragem, a capacidade de recriar, de gerar tecnologias de produção de infinitos, assim define Cidinha da Silva no prefácio da obra.
    Zum Buch