Rejoignez-nous pour un voyage dans le monde des livres!
Ajouter ce livre à l'électronique
Grey
Ecrivez un nouveau commentaire Default profile 50px
Grey
Abonnez-vous pour lire le livre complet ou lisez les premières pages gratuitement!
All characters reduced
Saudade - cover

Saudade

Graça Vilela

Maison d'édition: CORDEL D' PRATA

  • 0
  • 0
  • 0

Synopsis

Há alguns anos, a autora tem se dedicado à literatura, mas é principalmente no seu último livro “À tua procura”, que ela expõe o amor sentido, a busca incessante por um amor maior e verdadeiro.“SAUDADE” é um livro de poesia da mesma autora, que continua a falar dos amores sentidos, tantas vezes, de modos tão diferentes... “Saudade de te ter perto de mim... Saudade dum mundo melhor...” - diz a escritora.Um livro de poesia no qual a autora, mais uma vez, se entrega, à vida, aos outros, aos encontros, às descobertas, ao fascínio do amor, que sem ele, diz, não fazer qualquer sentido.
Disponible depuis: 17/12/2024.
Longueur d'impression: 120 pages.

D'autres livres qui pourraient vous intéresser

  • Clepsydra - Poemas de Camilo Pessanha - cover

    Clepsydra - Poemas de Camilo...

    Camilo Pessanha

    • 0
    • 0
    • 0
    Um século depois da primeira edição, Clepsydra, de Camilo Pessanha, obra marcante do simbolismo português e fonte de inspiração para a geração de Orpheu, ganha, nesta edição, um retorno à intenção de organização do autor, baseada numa lista, inédita, com a caligrafia de Pessanha que ordenaria a edição dos seus poemas.
    Esses poemas circularam em manuscrito entre os amigos e eram «muito conhecidos, e invariavelmente admirados, por toda Lisboa», como escreveu Pessoa. A publicação teve lugar em 1920, revelando, como jurou Jorge de Sena, «um dos mais extraordinários artistas que em nossa língua haja escrito». Da sua poesia, prossegue Sena, deve realçar-se «a natureza reticente e delicadíssima» ou «a transposição quase mallarmeana dos factos, aliada a uma quebrada melancolia do dizer, que só tem paralelo em Verlaine».
    Liberta de falsas emoções, ciente da passagem do tempo, aceitando lucidamente a realidade da vida e da morte, esquiva a todo o sentimentalismo, a sua poesia é, diz Sena, «um puro milagre de murmúrio rigorosamente verbal, cuja alada forma a língua portuguesa nunca tivera e não tornou ainda a ter».
    Voir livre
  • Levante - cover

    Levante

    Henrique Marques Samyn

    • 0
    • 0
    • 0
    Samyn mergulha na lama primordial onde nossa ancestralidade repousa e transforma em ponto versificado o que nos trouxe até aqui: a coragem, a capacidade de recriar, de gerar tecnologias de produção de infinitos, assim define Cidinha da Silva no prefácio da obra.
    Voir livre
  • Ecos da Inquietude - Livro de poesias e haicais - cover

    Ecos da Inquietude - Livro de...

    Gilmar Piolla

    • 0
    • 0
    • 0
    Ecos da Inquietude 
    Em Ecos da Inquietude, Gilmar Piolla entrega ao leitor uma obra que é, ao mesmo tempo, travessia e espelho: um livro que reflete a alma de quem escreve e de quem lê, enquanto convida ambos a atravessar os labirintos da existência entre os ecos do ser, do querer, do sentir e do viver. 
    São 213 poemas que desenham uma cartografia do humano, com seus abismos e encantos, na leveza de quem sabe que há emoções que não se esgotam, mas se prolongam nos sentidos. Piolla assume a escrita como quem cultiva o olhar de um aprendiz, atento, curioso e despido de certezas. 
    Inspirado pela filosofia zen e por mestres como Leminski, Quintana, Pessoa e Nietzsche, o autor não imita, mas reinventa caminhos. O que ele busca é a essência que pulsa sob a superfície dos dias. Seus versos transitam entre a delicadeza do haicai e a ousadia da forma livre, sempre com lirismo e coragem. 
    A inquietude que dá nome ao livro não é paralisante, mas motor vital. É dela que nascem poemas como Resiliência, haicai que condensa em três versos uma sabedoria contemporânea: "Às vezes, o fardo / pede mais que paciência / um saco de resiliência." 
    A natureza surge como metáfora constante, não apenas cenário, mas linguagem da vida em movimento. A fronteira, território vivido pelo autor, aparece como imagem poética e política. Em Fronteira desvairada, o sublime das Cataratas do Iguaçu contrasta com a dureza das redes clandestinas: "Entre o sublime e o obscuro, a fronteira avança, incontrolável, entrelaçando idiomas, moedas e sonhos". 
    Com vocação para capturar o efêmero e ressignificar o trivial, Ecos da Inquietude propõe reeducar o olhar. Cada poema é fresta por onde escapa a luz ou a sombra da existência. É literatura que desafia a pressa e exige escuta: do outro, do mundo e de si. Ao unir linguagem acessível e densidade filosófica, Piolla inaugura uma obra memorável, que reverbera, como os ecos que a nomeiam, muito além da última página.
    Voir livre
  • A Água Volta Como Memória - cover

    A Água Volta Como Memória

    Silvino Ferreira Jr

    • 0
    • 0
    • 0
    Nos primeiros versos de A Água Volta Como Memória, Silvino Ferreira Jr convida o leitor a acompanhá-lo em uma viagem através da memória auditiva de uma água. Água cristalina, água da nascente. De volta à foz de um rio, ao mesmo tempo, real e imaginário, o poeta reencontra uma face e uma voz esquecidas e, como numa revelação, descobre que a foz desse rio é ponto de partida para um longo percurso. Como um rio corrente, os poemas tomam as páginas numa profusão de afluentes sonoros e, numa metáfora da vida, abordam do visível da superfície ao fundo de águas profundas, por vezes, subterrâneas. Vai de um simples recorte do tempo, através da memória, aos nossos mais recorrentes dilemas. Mas este rio também é condutor do leitor pelas múltiplas formas que pode navegar os poemas. Quer partindo da foz, seguindo até onde ele desemboca; ou por desvios e atalhos, aos saltos, onde cada poema é rio afluente. A Água Volta Como Memória é um lugar para onde o leitor sempre pode voltar, quando tiver sede de poesia. 
     
    Voir livre
  • Ecos do Leste da República Democrática do Congo: Poemas de uma Terra de Guerra Perpétua - cover

    Ecos do Leste da República...

    Marien-Edgard Ngbali BEMI

    • 0
    • 0
    • 0
    Descubra uma viagem poética arrebatadora através dos ecos do leste da República Democrática do Congo com a coleção "Ecos do Leste da República Democrática do Congo: Poemas de uma Terra de Guerra Perpétua". Através de 13 capítulos cativantes, mergulhe nas profundezas desta região marcada por um conflito perpétuo. 
    Os poemas ressoam como testemunhos pungentes da dor do conflito, expondo as cicatrizes invisíveis deixadas por décadas de violência. Explore a resiliência das almas, a natureza ferida e a frágil esperança, à medida que cada capítulo revela uma faceta emocional desta terra marcada por cicatrizes. 
    "Ecos do Leste da República Democrática do Congo" transcende os limites da poesia tradicional, mergulhando em temas sociais e políticos complexos. Desde a história angustiante das crianças até às repercussões da violência sexual como arma de guerra, cada poema é uma nuance na paleta emocional desta realidade complexa. 
    A procura da paz e a luz na escuridão oferecem um vislumbre de esperança, enquanto o paradoxo da RDC encerra esta viagem com uma reflexão sobre as contradições de uma terra rica em recursos mas empobrecida pela guerra. 
    Cada página desta coleção é cuidadosamente tecida, cada poema é uma sinfonia de emoções. Quando se fecha o livro, os ecos destes poemas permanecem, convidando os leitores a sentir, compreender e agir. "Ecos do Leste da República Democrática do Congo" é muito mais do que uma coleção de poemas; é um apelo à compaixão, à justiça e à construção de um futuro onde a poesia conta uma história de resiliência e reconstrução. Mergulhe nesta experiência literária inesquecível.
    Voir livre
  • A jornada para Hidaspes - cover

    A jornada para Hidaspes

    Pedro Chambel

    • 0
    • 0
    • 0
    É em Hidaspes que, em 326 a.C., Alexandre, o Grande e o seu exército de macedônios, após atravessarem uma região cheia de monções e de monstros desconhecidos - como deveriam ser, aos olhos dos antigos, os elefantes do exército de Poro - conquistaram a imensa região da Índia, ponto de viragem para o domínio do subcontinente indiano e de toda a Ásia menor e médio Oriente. Pedro Chambel resgata o evento épico e evoca a aura desta batalha ímpar. Em "A jornada para Hidaspes", seu primeiro livro de poesia, Chambel reconstrói o iter da vida: ainda jovem, sair da própria vila, buscar a conquista, desbravar o incógnito, enfrentar desafios impossíveis, surpreendentes, inimagináveis. Terá valido a pena pagar o preço? Na solidão do conquistador, o poeta senta-se "no cimo do mundo" e espera "pelas canções marinhas" enquanto escuta "o choro das crianças". Sua vida, tal como um navio, "segue frágil / solta-se ao vento / ao arrepio da maré". E embora o seu destino seja a conquista, prossegue "náufrago e sem perdão divino / nas viagens que faço por oceanos e rios sem memória". Como Pedro escreve, na batalha da vida, por vezes parece que perdemos "o barco de novo e de novo" e a "esperança num destino venturoso / é uma quimera sem futuro". Nesta jornada poética, o leitor percebe que não há vitória à vista, e que apenas "Seguimos / até ao dia / em que decidimos tocar nas mãos / que aladas nos perseguiam".
    Voir livre