Rejoignez-nous pour un voyage dans le monde des livres!
Ajouter ce livre à l'électronique
Grey
Ecrivez un nouveau commentaire Default profile 50px
Grey
Abonnez-vous pour lire le livre complet ou lisez les premières pages gratuitement!
All characters reduced
Passagens de Amores (Im)Perfeitos - cover

Passagens de Amores (Im)Perfeitos

Elsa Fonseca

Maison d'édition: CORDEL D' PRATA

  • 0
  • 0
  • 0

Synopsis

Maria e Manuel… Dois corações errantes que se cruzam num Amor tantas vezes difícil de viver…Maria e Manuel são almas insatisfeitas, imperfeitas… Crescem num Amor que os atormenta, mas onde simultaneamente encontram a razão de viver…Nesta dicotomia persistem… Insistem… Não desistem de tentar…Loucos talvez, creem que o mundo lhes reservou um lugar comum onde o Amor faz morada… Entretanto percebem quão vulneráveis são as suas certezas… Quão frágeis são as bases onde pensavam existir…O Amor transforma o impossível, encontra caminhos onde não existem estradas… O Amor será sempre a base da vida… Viver sem amor não é viver…Que todos os amores se tornem Perfeitos ao reconhecer as suas Imperfeições…
Disponible depuis: 17/12/2024.
Longueur d'impression: 192 pages.

D'autres livres qui pourraient vous intéresser

  • A jornada para Hidaspes - cover

    A jornada para Hidaspes

    Pedro Chambel

    • 0
    • 0
    • 0
    É em Hidaspes que, em 326 a.C., Alexandre, o Grande e o seu exército de macedônios, após atravessarem uma região cheia de monções e de monstros desconhecidos - como deveriam ser, aos olhos dos antigos, os elefantes do exército de Poro - conquistaram a imensa região da Índia, ponto de viragem para o domínio do subcontinente indiano e de toda a Ásia menor e médio Oriente. Pedro Chambel resgata o evento épico e evoca a aura desta batalha ímpar. Em "A jornada para Hidaspes", seu primeiro livro de poesia, Chambel reconstrói o iter da vida: ainda jovem, sair da própria vila, buscar a conquista, desbravar o incógnito, enfrentar desafios impossíveis, surpreendentes, inimagináveis. Terá valido a pena pagar o preço? Na solidão do conquistador, o poeta senta-se "no cimo do mundo" e espera "pelas canções marinhas" enquanto escuta "o choro das crianças". Sua vida, tal como um navio, "segue frágil / solta-se ao vento / ao arrepio da maré". E embora o seu destino seja a conquista, prossegue "náufrago e sem perdão divino / nas viagens que faço por oceanos e rios sem memória". Como Pedro escreve, na batalha da vida, por vezes parece que perdemos "o barco de novo e de novo" e a "esperança num destino venturoso / é uma quimera sem futuro". Nesta jornada poética, o leitor percebe que não há vitória à vista, e que apenas "Seguimos / até ao dia / em que decidimos tocar nas mãos / que aladas nos perseguiam".
    Voir livre
  • Angústia - cover

    Angústia

    Graciliano Ramos

    • 0
    • 0
    • 0
    "Angústia" é elogiado pela maestria de Graciliano Ramos em retratar os estados emocionais de seus personagens, mergulhando nas camadas mais profundas da psique humana. A obra é considerada uma reflexão intensa sobre as inquietações da alma, proporcionando aos leitores uma experiência literária única e impactante.A Jornada Interior: Angústia e os Labirintos da Alma de Luís da Silva 
    "Angústia", obra-prima de Graciliano Ramos, desvenda os recantos obscuros da mente de Luís da Silva, um funcionário público atormentado pelas intricadas relações amorosas e pelo conflito interno. Entre a angústia existencial e a busca por redenção, a narrativa oferece uma introspecção profunda sobre a psique humana.Curiosidades sobre o livroInfluência Existencialista: A obra apresenta elementos existencialistas, revelando a angústia existencial vivenciada pelo protagonista.Desconstrução da Personagem: Ramos desconstrói a personagem principal, explorando suas fraquezas, dúvidas e conflitos internos.Diálogo com o Modernismo: "Angústia" dialoga com as correntes do modernismo, marcando uma fase de experimentação literária.Reflexão Sobre o Tempo: A narrativa aborda o tempo como elemento fundamental, influenciando as escolhas e consequências do protagonista.Impacto na Literatura Brasileira: "Angústia" é reconhecido como um dos grandes romances do século XX, destacando-se pela riqueza psicológica e a maestria literária de Graciliano Ramos.
    Voir livre
  • As solas dos pés do meu avô - cover

    As solas dos pés do meu avô

    Tiago D. Oliveira

    • 0
    • 0
    • 0
    Nas "rachaduras das solas duras" dos pés de um avô morto, "de cima de suas nove décadas", é que o poeta Tiago D. Oliveira tece a sua reflexão sobre a trama da existência. Nas palavras de Itamar Vieira Júnior, neste livro de poesia "As solas dos pés do meu avô" muitas vidas irão despontar da pele ressequida desses pés, as dos ascendentes e descendentes, tendo sempre a paisagem da Terra, não como mero palco dessa jornada humana, mas como uma personagem prenhe de vida, seja a cidade, Lisboa, ou o Sertão profundo. O gado, a água, as ruas, a casa e a religiosidade são elementos que compõem a seiva perene que alimenta nossos corpos desde a raiz. Com prefácio da doutora Clarissa Macedo e posfácio do escritor Ronaldo Cagiano, percebemos que ao ler esta obra que toca a imensidão de nós mesmos, constatamos que todos surgimos, de uma forma ou de outra, do caminhar dos que nos antecederam.
    Voir livre
  • Os Lusíadas - cover

    Os Lusíadas

    Luís Vaz de Camões

    • 0
    • 0
    • 0
    Os Lusíadas é um poema épico, da autoria de Luís Vaz de Camões. Terá sido concluído em 1556 e foi publicado em 1572. A obra está dividida em dez cantos e começa com a pri­meira viagem de Vasco da Gama à Índia, sendo a história de Portugal, desde os seus primórdios, o pano de fundo da narrativa. N’Os Lusíadas perpassa o sentimento da multidão, do povo, da História daquela época.
    Fascinam-nos a remota geo­grafia e os estranhos costumes de povos longínquos. O que impressiona o leitor contemporâneo é o fôlego poderoso, o prazer que se solta da sonoridade dos versos de um mestre de uma língua e do seu ritmo.
    Camões é o poeta de uma poesia mais próxima da música, da pintura e da escultura do que de toda essa literatura que não é poesia. Este é o livro que é preciso ler para se compreender a iden­tidade portuguesa.
    Voir livre
  • O Anticristo - cover

    O Anticristo

    Friedrich Nietzsche

    • 0
    • 0
    • 0
    Um dos livros mais polêmicos e impactantes de Nietzsche, O Anticristo traz uma crítica avassaladora aos princípios da fé cristã, considerada por ele como decadente e negadora da vida. Filósofo ateu, Nietzsche vinha elaborando pareceres controversos ao cristianismo ao longo de toda a sua vida filosófica. Nesta obra, ele os apresentou de uma forma incomum e nitidamente feroz, antes de se entregar à total loucura, poucos anos depois. Mais do que qualquer outro filósofo, Nietzsche desafia o leitor a questionar suas próprias crenças ao mesmo tempo em que apresenta uma nova perspectiva acerca das principais questões existenciais
    Voir livre
  • Mensagem - cover

    Mensagem

    Fernando Pessoa

    • 0
    • 0
    • 0
    Uma obra repleta de simbolismo, «realmente um só poema» numa sequência de quarenta e quatro composições imersas num certo sebastianismo. Questão que só o próprio Pessoa poderia decifrar: até que ponto essa construção saudosista e sebastianista não é apenas e só mais uma das máscaras do poeta, mais uma das facetas do seu fingimento?
    A história de Portugal é o tema, ainda que o intuito não seja propriamente narrar os grandes feitos portugueses. Com Pessoa revisitámos o passado lendário e mítico, a saga dos Descobrimentos, na busca de um sentido para essa antiga grandeza contraposta à decadência atual. Estaremos diante do plano para regenerar Portugal, incutido nesse desígnio divino e espiritual – o Quinto Império? Ou será que, como disse Jorge de Sena, a Mensagem é apenas a criação poética, e por isso, lúdica, de um Portugal mítico?
    Voir livre