Poesia De Viagem - De Chloe Gilholy
Chloe Gilholy
Maison d'édition: Tektime
Synopsis
Mais de trinta poemas inspirados pelos prazeres e maravilhas de viajar, quer seja à volta do mundo ou no conforto da própria casa.PUBLISHER: TEKTIME
Maison d'édition: Tektime
Mais de trinta poemas inspirados pelos prazeres e maravilhas de viajar, quer seja à volta do mundo ou no conforto da própria casa.PUBLISHER: TEKTIME
Uma tragédia ancestral, um destino selado pelos deuses. "Herança Maldita" reconta o mito de Édipo com linguagem envolvente e atmosfera densa, conduzindo o ouvinte por um caminho de revelações sombrias, culpa e redenção. Um audiolivro poderoso que mergulha na alma humana e nos mistérios do destino.Voir livre
O Crepúsculo dos Ídolos é uma obra filosófica provocativa e ousada escrita pelo renomado pensador alemão Friedrich Nietzsche. Neste livro, Nietzsche mergulha de forma incisiva na crítica às ideias e valores estabelecidos da sociedade de sua época, questionando e desafiando conceitos como moralidade, religião, cultura e filosofia. Com sua escrita perspicaz e contundente, Nietzsche desafia as convenções e convicções arraigadas, lançando uma luz intensa sobre os ídolos e preconceitos que moldam a sociedade. Ele convida o leitor a questionar as bases sobre as quais muitos valores e crenças são fundamentados, levando-o a refletir sobre a natureza da existência humana, a liberdade individual e o significado da vida. Em O Crepúsculo dos Ídolos, Nietzsche apresenta uma série de ensaios que abordam temas como a moralidade convencional, a crítica à filosofia tradicional, a análise da religião e suas influências sobre a sociedade, além de explorar conceitos como a vontade de poder e a busca pela superação dos limites humanos.Voir livre
Um século depois da primeira edição, Clepsydra, de Camilo Pessanha, obra marcante do simbolismo português e fonte de inspiração para a geração de Orpheu, ganha, nesta edição, um retorno à intenção de organização do autor, baseada numa lista, inédita, com a caligrafia de Pessanha que ordenaria a edição dos seus poemas. Esses poemas circularam em manuscrito entre os amigos e eram «muito conhecidos, e invariavelmente admirados, por toda Lisboa», como escreveu Pessoa. A publicação teve lugar em 1920, revelando, como jurou Jorge de Sena, «um dos mais extraordinários artistas que em nossa língua haja escrito». Da sua poesia, prossegue Sena, deve realçar-se «a natureza reticente e delicadíssima» ou «a transposição quase mallarmeana dos factos, aliada a uma quebrada melancolia do dizer, que só tem paralelo em Verlaine». Liberta de falsas emoções, ciente da passagem do tempo, aceitando lucidamente a realidade da vida e da morte, esquiva a todo o sentimentalismo, a sua poesia é, diz Sena, «um puro milagre de murmúrio rigorosamente verbal, cuja alada forma a língua portuguesa nunca tivera e não tornou ainda a ter».Voir livre
Vencedor do Prêmio Jabuti 2018 - Livro do Ano Com elementos geográficos, históricos, sociológicos, políticos, físicos, metafísicos, folcloristas, genealógicos, à cidade é um poema que vem apresentar de forma contemporânea uma visão de uma cidade do sertão, com plano de fundo para aquelas banhadas ou mudadas indiretamente pelo caminhar do Rio Acaraú na Zona Norte do estado cearense.Voir livre
Nova edição do livro de Milly Lacombe: uma viagem de autoconhecimento e, acima de tudo, uma história de amor-próprio. A protagonista deste romance vai do paraíso ao inferno em poucas páginas. Casada com a mulher que ama, ela suspeita de que tenha sido traída durante uma de suas viagens de negócios. A angústia de não saber o que se passa, o medo de perguntar, a desconfiança e a dúvida, que nunca tiveram espaço na relação – considerada perfeita pelos amigos –, agora rondam o casal. Mas será mesmo que a traição existiu? Ou era o amor que estava minguando? O ano em que morri em Nova York não é só a história de um casamento desfeito por conta de uma suposta traição. Estas páginas trazem a trajetória de uma mulher em sua redescoberta após o doloroso rompimento. Jornalista que se tornou ativista LGBTQIAP+, Milly Lacombe cria neste seu primeiro romance, com viés autobiográfico, uma história densa, mas aliviada pelo humor. Um livro que é também uma viagem de autoconhecimento e, acima de tudo, uma história de amor-próprio.Voir livre
Nos primeiros versos de A Água Volta Como Memória, Silvino Ferreira Jr convida o leitor a acompanhá-lo em uma viagem através da memória auditiva de uma água. Água cristalina, água da nascente. De volta à foz de um rio, ao mesmo tempo, real e imaginário, o poeta reencontra uma face e uma voz esquecidas e, como numa revelação, descobre que a foz desse rio é ponto de partida para um longo percurso. Como um rio corrente, os poemas tomam as páginas numa profusão de afluentes sonoros e, numa metáfora da vida, abordam do visível da superfície ao fundo de águas profundas, por vezes, subterrâneas. Vai de um simples recorte do tempo, através da memória, aos nossos mais recorrentes dilemas. Mas este rio também é condutor do leitor pelas múltiplas formas que pode navegar os poemas. Quer partindo da foz, seguindo até onde ele desemboca; ou por desvios e atalhos, aos saltos, onde cada poema é rio afluente. A Água Volta Como Memória é um lugar para onde o leitor sempre pode voltar, quando tiver sede de poesia.Voir livre