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A edição do corpo tecnociência artes e moda - cover

A edição do corpo tecnociência artes e moda

Nízia Villaça

Publisher: Estação das letras e cores editora

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Summary

No diálogo instaurado entre o discurso científico, o discurso das artes, a moda e a mídia, o livro A edição do corpo: tecnociência, artes e moda se interroga sobre como a cultura corporal vem sendo pautada no contemporâneo. Que aspectos vêm sendo enfatizados? Perfeccionismo estético? Saúde? Metamorfoses e hibridações? Desmaterialização utópica? Materialidade trágica?

 

Da biologia à neurociência, da genética às pesquisas cognitivas, a inteligência contemporânea trabalha a desconstrução das certezas e referências estáticas e uma verdadeira reengenharia do corpo impõe a pergunta sobre os limites do humano. A questão comunicacional torna-se central na construção de novos quadros epistêmicos. Um corpo mais dinâmico e também mais impreciso e interativo é elaborado no discurso artístico e, na moda, a dinâmica do consumo multiplica as estratégias que valorizam a inclusão do corpo nos processos de subjetivação. As diferentes relações entre corpo, moda e cultura dos anos 50 à atualidade, dão lugar ao desenvolvimento de algumas categorias que ajudam a compreensão do fenômeno nas suas múltiplas conexões: a moda proposta e os corpos dóceis dos anos 50; a moda prótese e os corpos rebeldes dos anos 60 e 70; a moda fetiche e os corpos marcados dos anos 80; a moda álibi e os corpos multiculturais dos anos 90 e a moda instalação e os corpos interativos da atualidade.

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    Sabrina Souza da Silva é cientista social e doutora em antropologia pela Universidade Federal Fluminense. É pesquisadora do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos - INCT/INEAC. Tem experiência na área de Antropologia do Direito, com ênfase em Justiça Militar, Justiça Criminal, Segurança Pública e, atualmente, vem pesquisando conflitos relacionados à Justiça do Trabalho.
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    A combinação do espaço de experiências e do horizonte de expectativas de uma coletividade humana suscita a construção cultural de uma ideia específica de tempo, diferente do tempo da natureza. A história, pois, deve ser apreendida em sua própria historicidade. Koselleck rastreia principalmente o surgimento do conceito moderno de história, para ele a mais importante inovação conceitual da modernidade. 
    
    Até meados do século XVIII, o termo história (em alemão, Historie) era sempre usado no plural para designar narrativas particulares, descosidas entre si: a história da Guerra do Peloponeso, a história de Florença, a história da Igreja. A função dessas narrativas era prover exemplos de vida a serem seguidos pelos contemporâneos. O Iluminismo altera essa relação do homem com o tempo. No lugar da Historie, entra a Geschichte, termo da língua alemã que designa uma sequência unificada de eventos que, vistos como um todo, constituem a marcha da humanidade. 
    
    Toda a humanidade inclui-se agora em um único processo temporal, que contém em si a sua própria narrativa. A história torna-se o seu próprio objeto. Abre-se o caminho para a criação da filosofia da história, que pretende apreender o passado, o presente e o futuro como uma totalidade dotada de sentido. A história deixa de ser a mestra da vida. É da construção de um futuro planejado que agora se trata. Nas sociedades modernas do Ocidente, o espaço de experiências do passado e o horizonte de expectativas de futuro se dissociam, e o conceito de progresso faz sua entrada triunfal na cultura dominante. 
    
    Como diz Marcelo Jasmin na apresentação desta edição: “Se as histórias (no plural) guardavam a sabedoria acumulada pelos exemplos do passado para servir de guia à conduta presente, evitando a repetição dos erros e estimulando a reprodução do sucesso, a História (como um singular coletivo) tornou-se uma dimensão inescapável do próprio devir, obrigando toda ação social a assumir horizontes de expectativa futura (...). Não se trata tão somente de uma alteração nos significados tradicionais, mas de uma verdadeira revolução nas maneiras de se conceber a vida em geral, de imaginar o que nela é possível ou não, assim como o que dela se deve esperar. É este um dos sentidos em que a história conceitual de Reinhart Koselleck vai além da pesquisa etimológica ou filológica do conceito. Ela é uma pesquisa da consciência humana no seu enfrentamento com as condições de possibilidade da existência, daquilo que se é, e daquilo que se pode vir a ser.” 
    
    É da gênese – e dos limites – da modernidade que estamos tratando neste livro fundamental. 
    
    
    Reinhart Koselleck nasceu em Gorlitz, Alemanha, em 23 de abril de 1923. Terminou seu doutoramento em 1954, apresentando a tese Crítica e crise. Sua obra dedicou-se, antes de tudo, a investigar a teoria da história e os principais aspectos da história moderna e contemporânea. Foi professor nas universidades de Bochum, Heidelberg e Bielefeld. Foi co-autor do monumental Geschichtliche Grundbegriffe. Historisches Lexikon der politisch-sozialen Sprache in Deutschland, um dicionário histórico dos conceitos político-sociais fundamentais da língua alemã, em nove volumes, publicados entre 1972 e 1997, que teve como principal objetivo conhecer “a dissolução do mundo antigo e o surgimento do moderno por meio de sua apreensão conceitual”.
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