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Virtude e verdade: graus inefáveis - Tomo II - cover

Virtude e verdade: graus inefáveis - Tomo II

Luiz Fachin

Publisher: AGE

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Summary

A busca por respostas acerca das indagações sobre os sucessivos estágios da Maçonaria, os seus ensinamentos, o significado de seu hermetismo e do conteúdo de sua liturgia foi, constantemente, o alvo da atenção do autor e o motivo determinante para a elaboração da presente obra, que representa uma tentativa de compreender um pouco mais a respeito da Maçonaria e dos seus Rituais, bem como de tornar conhecida parte dos temas que representam o objeto de seus Graus Inefáveis. Os assuntos tratados se desdobraram, obviamente, pela pesquisa, mas também a partir da mais simples interpretação litúrgica e, inclusive, da mais acurada indagação filosófica decorrente da observação minuciosa dos textos bíblicos, do conjunto das lendas transmitidas por tradição e dos trabalhos literários que constituem o complexo exercício desses ensinamentos. A partir da obtenção das respostas dessas incessantes perguntas e o entusiasmo pela causa, que se tornou mais intenso e contagiante na sucessão dos dias, surgiu a intenção desta edição para dela dispor e a cada leitura avançar de forma gradual em busca do aprimoramento pessoal. A caminhada com o objetivo de passar das trevas para a luz possibilitou a confecção deste trabalho, dentro da máxima atribuída aos Sete Sábios (650 a.C. a 550 a.C.) inscrita no oráculo de Delfos – CONHECE-TE A TI MESMO.

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    Ignácio Rangel (1914-1994) foi o mais criativo e original analista da economia brasileira. Depois de participar da Revolução de 1930, integrou a Aliança Nacional Libertadora (ANL), colocada na ilegalidade em 1935. Na prisão, estudou história e economia como autodidata. Iniciou então uma revisão crítica das principais teses defendidas pela esquerda. Sempre se considerando um socialista, passou a buscar a especificidade do desenvolvimento brasileiro, recusando a simples adaptação de teorias importadas.
    
        Esse esforço o levou a construir um quadro analítico próprio, diferente de todas as correntes de pensamento então existentes. Enfrentou sozinho o debate. Usou de forma extremamente criativa ideias teóricas de Adam Smith, Karl Marx, John M. Keynes e Joseph Schumpeter. Defendeu a ousada hipótese de Nicolai Kondratiev, recusada pela escola soviética, de que o desenvolvimento capitalista obedece a ciclos longos, gerados pelas economias centrais, que são aquelas capazes de criar novas tecnologias. Incorporou essa hipótese como pano de fundo de sua reinterpretação da história do Brasil. Essa independência custou-lhe considerável solidão intelectual e tornou mais difícil a difusão de sua obra.
    
    
        A militância intelectual de Rangel se estendeu ao Instituto Superior de Estudos Brasileiros (Iseb), a centros universitários e ao Clube dos Economistas. Mas, além disso, ele foi também um homem de ação. Trabalhou em várias instituições decisivas para o surto de desenvolvimento que o Brasil experimentou no segundo após-guerra. Na assessoria econômica de Getúlio Vargas, ajudou a elaborar os projetos da Petrobras e da Eletrobras. Como chefe do Departamento Econômico do BNDE (hoje BNDES), participou da execução do Plano de Metas de Juscelino Kubitschek. No Conselho de Desenvolvimento, coordenou uma série de estudos e análises oficiais sobre a economia brasileira.
    
    
        As contribuições mais decisivas de Rangel podem ser agrupadas em cinco grandes temas: a hipótese da dualidade básica, os estudos sobre a dinâmica capitalista, a reinterpretação da inflação brasileira, o debate sobre a questão agrária e o papel do Estado na economia. O primeiro desses temas ocupa um lugar central no pensamento de Rangel, que mostra ali toda a sua originalidade. Quando "Dualidade básica da economia brasileira" foi publicada, Alberto Guerreiro Ramos assim reagiu: "O Autor descobriu a lei básica da formação econômica do Brasil."
    
    
        Rangel extrai consequências importantes da nossa condição periférica. Para ele, a dinâmica histórica brasileira se distingue dos casos clássicos porque os processos sociais, econômicos e políticos não decorrem apenas da interação entre desenvolvimento das forças produtivas e relações de produção internas ao país, mas também da evolução das relações que este mantém com as economias centrais. As relações externas são determinantes do desenvolvimento das forças produtivas internas e, consequentemente, também das relações de produção internas. Essa dupla determinação produziria uma dualidade estrutural na economia e na sociedade brasileiras, cujos movimentos relacionam-se aos ciclos longos de Kondratiev. A publicação da Obra Reunida de Ignácio Rangel, em dois alentados volumes, nos enche de orgulho.
    
    
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        "Na casa de meu pai: a África na filosofia da cultura", considerado o seu livro mais importante, recebeu os prêmios Annisfield-Wolf, Herskovits e James Russell. O livro impressiona pela curiosa mistura de aspectos autobiográficos, pois a condição africana do autor está sempre presente, e o altíssimo nível de erudição. É um texto raro, tanto pelo caráter interdisciplinar (pois incursiona pela biologia, filosofia, crítica e teoria literárias, sociologia, antropologia e história) quanto pelo aspecto intercultural (pois discute ideias africanas, norte-americanas e europeias).
    
    
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