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Che Guevara - mito mídia e imaginário - cover

Che Guevara - mito mídia e imaginário

Juan Domingues

Publisher: EDIPUCRS

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Summary

“Che Guevara é o maior mito latino-americano da segunda metade do século XX. Enfrentou o ‘sistema’, lutou por uma utopia, chegou ao poder com Fidel Castro, em Cuba, abandonou tudo para continuar sua busca da ‘libertação’ do resto da América Latina e foi executado, ainda jovem, na Bolívia. Um mito é sempre uma hiper-realidade, algo que se torna mais real do que real. A mídia tem um papel na hiper-realidade mítica contemporânea. A foto de Che Guevara morto, com as feições normalmente atribuídas a Jesus Cristo, Che, ‘o Cristo de Vallegrande’, continua correndo o mundo e atualizando o mito como algo mais real do que o real, aquilo que a ‘realidade’, a verdade histórica, não consegue desmanchar nem redimensionar.”
Juremir Machado da Silva

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    Ateísmo e Niilismo é uma tentativa de justificar a transição do ateísmo ao niilismo com base na ciência moderna. Nele é apresentada uma interpretação do niilismo (niilismo existencial) segundo a qual ele se segue de considerarmos as implicações de nossas principais descobertas científicas, bastando revisitar as questões existenciais clássicas à luz do conhecimento atual.
     
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    PREFÁCIO
    INTRODUÇÃO
     
    :: OS FUNDAMENTOS DO NIILISMO
    1. Niilismo como descrença
    2. Por que estamos aqui?
    3. Não há evidências
    4. Que é sentido?
    5. Ateísmo implica niilismo?
    6. Teoria e prática I
    7. Teoria e prática II
    8. Mitos sobre niilismo
    9. O valor da verdade
    10. A questão final
     
    :: DELIMITANDO VALORES
    1. O universo conhecido
    2. Valores e seu contexto
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    5. Morte da realidade
     
    :: SENTIDOS E CRENÇAS
    1. O sentido natural
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    3. Acreditar na vida
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    :: VERSÕES DE SI MESMO
    1. A construção da imparcialidade
    2. Óticas sobrepostas
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    REFERÊNCIAS
     
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    “É impressionante ver que os maiores ataques ao niilismo não são filosóficos, mas emocionais. O termo adquiriu certa repulsa e não se consegue dissociá-lo de um estado depressivo no qual os niilistas odeiam a própria existência a ponto de negá-la. O critério emocional é tão evidente que não há a mesma rejeição para com correntes filosóficas que adotam o niilismo como ponto de partida: é assim com o existencialismo. O fato de dizer que nossa existência não tem sentido por si só é a própria premissa niilista, mas a corrente existencialista tem a seu favor o jogo estilístico de evitar o “nihil” e adicionar sentido “a posteriori”. No fundo, não importa o quão racionais sejamos, pois sempre nos acharemos escravos de alguma crença da qual não estamos dispostos a nos libertar. Para os que assim desejam, não basta senão coragem e integridade intelectual para abandoná-las. Tendemos a usar uma metáfora para justificar o ateísmo: a de que todos são ateus com os deuses dos outros e que nós simplesmente somos ateus com relação a mais um; no caso do niilismo, podemos dizer o mesmo: só que o deus que alguns ateus não conseguem abandonar é muito mais emocionalmente desastroso do que as figuras mitológicas, uma vez que diz respeito às nossas próprias vidas, com ou sem divindades externas.
    A obra é muito feliz em descrever um raciocínio linear que nos leva de um ponto pacífico para muitos — o ateísmo — e avançar pelos mesmos caminhos até o niilismo. Cancian continua com a mesma veia afiada para a escritura e seus exemplos se tornam cada vez mais maduros e com maior potencial explanatório. A “Aposta de Cancian” é de uma lucidez e de uma perspicácia sem precedentes e encarna bem o espírito inquisidor e imparcial de uma boa empresa filosófico-científica. A leitura é agradável, mas não deixa de agredir os sentimentos mais íntimos de egoísmo. Sem a devida reflexão prévia sobre o assunto, torna-se intragável ler todas as palavras despidas de elogios à nossa espécie e é praticamente impossível não levar para o lado pessoal todas as conclusões que parecem diminuir nossa importância cósmica. Contudo, o leitor honesto não desistirá da leitura e aquele que tiver um comprometimento maior com as respostas certamente apreciará o processo, sentindo-se enriquecido pelos posicionamentos e testando os seus próprios preconceitos com os exercícios mentais. No mais, fica o convite para o aprofundamento nas referências bibliográficas, que traduzem o que de melhor temos, não só nas especulações filosóficas, mas também nos estudos científicos de ponta.”
    — Jairo Moura
     
    “Três excelentes livros! Comecei por Ateísmo & Liberdade, que me cativou o suficiente para que eu decidisse simplesmente ler tudo que o André Cancian escrevesse... E assim foi: li na sequência O Vazio da Máquina e devorei a tão esperada terceira obra, que considero a melhor em todos os sentidos. O André é um filósofo cujo estilo é cativante! Seguirei lendo tudo o que ele produzir... Com certeza!”
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    “Vai do abc do pensamento lógico, passando pela ideia natural da vida, e chega a um grande final que, caso as pessoas sigam o raciocínio completo, culmina sem titubear na conclusão racional de que o niilismo é uma visão lúcida da vida. Material de apoio que o acompanha num caminho sem fantasia, o acomoda no vazio, e o deixa a pensar.”
    — Renato Caliari
     
    “Muito bem escrito e esclarecedor. Argumentações muito bem embasadas. A ironia é utilizada de forma a esclarecer e chamar a atenção do leitor. Recomendo a leitura aos espíritos fortes, com estômago suficiente para receber os socos que receberá por toda a leitura.”
    — Márcio Alexandre de Freitas
     
     
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