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Arte e sustentabilidade Ed 05 - Enfeites de maternidade - cover

Arte e sustentabilidade Ed 05 - Enfeites de maternidade

Criarte

Publisher: Criarte

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Summary

A revista Coleção Mega Artesanato Arte & Sustentabilidade ed.05 da CS Editora vem com temas muito solicitados pelos leitores: lembrancinhas e enfeites de maternidade e decoração de Natal. Também foram muitos os pedidos para que ensinássemos a fazer fuxico, bonecas e muitas outras técnicas bem legais que apresentaremos nas próximas edições. São tantas peças e criações tão bonitas que até para montar a pauta da revista ficamos indecisos, pois dá vontade de publicar tudo de uma só vez. Mostrar para o público o que as nossas queridas e amigas artesãs têm de melhor, o seu trabalho e o amor que colocam em cada uma de suas criações.
Falando em criação, confesso que fiquei verdadeiramente apaixonada pelas peças que estão publicadas nesta edição, muito lindas, coloridas e alegres. E uma me chamou muito a atenção, a fofucha articulada com patinete da Vanessa Barbosa – um verdadeiro charme e que vai conquistar corações!
E que tal passar o Natal e o ano-novo com uma nova decoração de paredes que é um show? Também trouxemos algumas receitas natalinas sustentáveis para você reaproveitar os alimentos, economizar e ainda ajudar o meio ambiente.
Espero que você curta esta edição, garanto que a nossa equipe se divertiu bastante!

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    Jacques Rancière é um dos filósofos mais respeitados da atualidade. Professor emérito da Universidade Paris VIII (St. Denis), dedicou-se a pesquisas sobre as classes operárias francesas e lutas políticas marginalizadas da história oficial. Atualmente tem explorado as relações entre estética e política, com ênfase nas artes visuais, em livros como "Le Destin des images" (publicado pela Contraponto), "La Partage du sensible", "Le Spectateur emancipe" e "Aisthesis. Scènes du régime esthétique de l´art".
    
    
    "Para mim, escrever sobre cinema é assumir ao mesmo tempo duas posições contraditórias. A primeira é que não há nenhum conceito que reúna todos esses cinemas, nenhuma teoria que unifique todos os problemas que eles suscitam. [...] Já a outra posição diz, ao inverso, [...] que o pensamento do cinema é o que circula nesse espaço, pensa no meio dessas distâncias e se esforça para determinar este ou aquele vínculo entre dois cinemas ou dois ?problemas de cinema´. Esta é a posição do amador. [...] A política do amador afirma que o cinema pertence a todos aqueles que, de uma maneira ou de outra, viajaram dentro do sistema de distâncias que seu nome permite e que cada um pode traçar [...], pois uma arte nunca é apenas uma arte; sempre é, ao mesmo tempo, uma proposta de mundo."
    
    
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