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Síndrome de pânico nas grandes cidades - cover

Síndrome de pânico nas grandes cidades

Clara Machado

Publisher: Cia do eBook

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Summary

Este livro foi escrito para todas as pessoas que moram nas grandes cidades, seja por opção ou porque não têm outra possibilidade de escolha. Com ele, o leitor aprenderá dicas de como lidar com o trânsito e outras situações caóticas em transportes coletivos, causadas pelo dia a dia nas grandes cidades.

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    "Uma criança pequenina, violada pelas raízes da terra e amordaçada no silêncio negro do céu."André Consciência
     
    "...observou Mary, não muito longe do sítio em que estava, aproximar-se da margem do rio e, com um punhal na mão, agarrar uma pequena corça, degolando-a de imediato e arrastando-a para a densa floresta."Emanuel R. Marques
     
    "O buraco no chão da sala por onde todos sairam continua aberto mas tiveram o cuidado de colocar uma vedação vertical em torno dele para que ninguém caia para o seu interior."Nuno Bastos
     
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    Parte de nós. 
    
    
    Histórias de terror são um reflexo do nosso lado sombrio. Em uma era de terrores muito reais, como A.I.D.S, câncer e terrorismo, histórias que nos assustam podem desempenhar uma função útil ao permitir que os leitores experimentem e vivenciem o medo de forma controlada, lidando com o horror em seus próprios termos. Se acabar sendo demais, eles sempre podem fechar o livro e guardá-lo. Sentir o horror dessa maneira funciona como um escape para a ansiedade, pois é uma maneira tangível de lidar e de escapar dos terrores da vida moderna. 
    
    
    A emoção do horror nos mantém em contato com os aspectos mais sombrios de nós mesmos, enquanto nos permite confrontar nossas próprias vulnerabilidades e a morte inevitável. Ler horror é uma válvula que deixa o vapor escapar quando a concentração é grande demais, mas cuja ficcionalidade nos dá um meio de fuga de um confronto que poderia ser avassalador. Ela nos providencia com uma fuga catártica sem nos oprimir com mais do que somos capazes de lidar. 
    
    
    Vezes demais nós evitamos nosso lado sombrio na esperança de que, se não o virmos, ele não existirá. Porém, nos dê um Ed Gein, Charlie Manson, Ted Bundy, Hannibal Lecter, Jeffrey Dahmer ou qualquer outro exemplo sanguinolento do lado sombrio da natureza humana e expressamos um fascínio mórbido que beira o frenético. Não podemos evitar desacelerar na autoestrada para podermos ver a carnificina de outra morte precoce e violenta, ou dar aquela espiadela cheia de culpa no infortúnio ou na deformidade de outrem. 
    
    
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