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Coerência - A integração da energía impulsionando a longevidade O seu impacto na otimização do bem-estar das células - cover

Coerência - A integração da energía impulsionando a longevidade O seu impacto na otimização do bem-estar das células

Carlos Orozco

Publisher: Mahatma

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Summary

Coerência é o fluxo de informação da intenção para o propósito e do propósito para o significado.
Por outras palavras, todo "O QUÊ" (Intenção) tem um "PARA QUÊ" (Propósito) e um "PORQUÊ" (significado). Isso, leva à "CONGRUÊNCIA" (Como). A Coerência é aplicada com verdade, honestidade, transparência, integridade e é enfraquecida e bloqueada pela traição, mentiras, deturpação e relações tóxicas nos níveis físico, emocional, pessoal e espiritual.
A intenção, propósito e significado são de natureza eletro-magnética, a coerência e a congruência daí resultantes, permitem o colapso da função de onda eletromagnética dando lugar à formação de vórtices, através da geração de ondas gravitacionais seguidas de ondas escalares. Isto é possível devido ao momento angular levado a cabo pela energia giratória.

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        Para atenuar o abismo kantiano, Schopenhauer define primeiramente a vontade como coisa em si, reconsiderando-a, pouco mais tarde, como raiz de todos os fenômenos e, por isso, abordável. Volta-se, de modo especial, para a vontade de viver, entendida como força obscura e cega, como impulso terrível e dramático, que move os indivíduos de forma dolorosa e brutal. Não a vontade temperada pela razão (a boúlesis), mas o desejo rude e irrefletido (a thélêma), condicionado pelo instinto de conservação.
    
    
        As forças múltiplas da natureza são os tentáculos da Vontade universal. A cada estágio de satisfação alcançada, a demanda não diminui. O desejo é omnívoro e incessante. Para Schopenhauer, a vida é um perene combate, em que cada indivíduo é um instrumento da Vontade. E cada qual luta para impor o que lhe parece próprio e necessário. Os animais destroem as plantas, que, por sua vez, consomem água e ar. Todos são inimigos mais ou menos declarados, até a consumação provisória de suas vontades, pois, a cada desejo satisfeito, dez são contrariados. E o mundo não conhece trégua. O escravo da voluntas tira a água do tonel das Danaides e rola a pedra de Sísifo, num jogo infame e cruel.
    
    
        Pagamos a vontade de viver, esse estranho sonho de uma sombra. Notamos a dor, mas não a sua falta; a angústia, mas não a serenidade: o bem-estar, portanto, é absolutamente negativo e compõe uma das parcelas do Nada (se o Nada fosse divisível!). Por isso, o otimismo é uma opinião ímpia, uma zombaria odiosa, em face das inexprimíveis dores da humanidade.
    
    
        Mesmo assim, Schopenhauer vislumbra uma saída, um atalho do nada para o Nada, da vontade à desvontade, da voluntas para a noluntas. Não estranha que Schopenhauer mostre um enorme interesse pelo budismo e pelo cristianismo primitivo, onde predomina o conceito de libertação sobre o de criação. Destruir a vontade. Trabalhar para o Nirvana. Superar o puro instinto, para atingir uma piedade cósmica, eis a saída possível. Assim, numa realidade de escombros como os da modernidade tardia e sem história, segundo Sloterdijk, surge um mundo em que brilham os raios do Nada, com suas estrelas e galáxias, e que iluminam paradoxalmente na vida plena do pensamento as maravilhosas páginas de "O mundo como vontade e representação".
    
    
            Marco Lucchesi
    
            Academia Brasileira de Letras
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