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Contos de um RH - cover

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Contos de um RH

Carlos Cerqueira

Publisher: Autografia

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Summary

Para todos os estudantes de psicologia que pensam em seguir a área organizacional, essa obra é bastante recomendada, pois mostra mesmo que de maneira simplória, o papel do psicólogo no contexto organizacional. Além disso, para todas aquelas pessoas que pretendem se preparar para entrevistas, quem tem alguma dúvida de comportamento, esse livro pode ser um bom divisor de águas com relação ao seu comportamento.

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A obra é de uma clareza e sensatez impressionantemente magistrais. Sempre preocupado em limitar-se a afirmar apenas aquilo que os fatos nos permitem afirmar, transbordando lúcidas e úteis analogias (à guisa de Dawkins, com o ardor nietzschiano), o mestre Cancian nos conduz em um caminho no qual é quase sempre impossível discordar. Fiquei impressionadíssimo com a semelhança entre as minhas reflexões e as do Cancian; prova de que, se nos atermos racionalmente aos fatos (seja quem for, esteja onde estiver), chegaremos quase sempre às mesmas conclusões. Mas, devo admitir, o autor teve coragem de ir muito além do que eu fui capaz... até agora! E sinto-me grato ao destino por ter me possibilitado ler uma obra tão magnífica como o é ‘O vazio da máquina’!”— Hades Clímeno“Quero parabenizar o autor pelo brilhantismo com o qual escreveu o livro.A linguagem utilizada é de fácil compreensão, fato que torna o livro acessível a todos aqueles que estão dispostos a conhecer e encarar a fria realidade que nos rodeia.Foi o meu primeiro contato com o Niilismo e penso que não poderia ter sido mais esclarecedor. Com comentários diretos, sem rodeios, o autor nos apresenta uma forma sensata de encarar o mundo, sem ilusões.”— Alexandre Kohls“Preferível a acreditar é entender. Quando fazemos das ilusões e fantasias verdades em um mundo real insultamos nossa integridade intelectual. Este livro apresenta pensamentos e reflexões lúcidas do mundo real em que estamos inseridos e condenados a viver. Lê-lo nos faz enxergar o óbvio da realidade humana que às vezes não enxergamos e que ficam escondidas pela cortina de fumaça das crendices que nos rodeiam. A maioria que não pensa, mas que é eficiente na propaganda da ignorância e da fé, nos bombardeia com falsas verdades. Aos que pensam, toda a chance de acesso à verdade e à realidade não deve ser desperdiçada.Os que se indignam com mentiras e ilusões terão neste livro momentos de contato direto com a realidade. Longe de ser um ataque direto às crenças religiosas, à metafísica, ao sobrenatural, ao misticismo inútil, às mandingas, ele representa um resgate do pensamento independente, totalmente livre de preconceitos e do respeito às tradições e à autoridade, falsos alicerces em que se fundamentam as religiões.Abordando temas reais de nossas vidas, o livro se constitui em uma coletânea de ensaios escritos de forma inteligente, muitas vezes extremamente irônica, passeando pela ciência e olhando sobre os ombros de grandes filósofos e pensadores. São interpretações pessoais deste rapaz, André Díspore Cancian, que apesar da pouca idade demonstra uma maturidade intelectual inacreditável.Este livro não é recomendável aos que ainda precisam de crenças para viver, mas para aqueles que de alguma forma já dispensaram esta muleta ele é indispensável e vale a pena ser lido e quem sabe relido.”— Gerardo Penna Firme Junior“Sem nenhuma pretensão didática, poder-se-ia chamar o livro “O Vazio da Máquina” de uma coleção de aforismos. Os temas são pertinentes e encará-los sob uma perspectiva niilista é essencial para um mundo vazio de significado em si. Talvez pareçam longos demais por serem incisivos e diretos. No entanto, mesmo que soem repetitivos, só demonstram, através do buraco que precisamos cavar para chegarmos ao óbvio, o quanto somos deturpadores em prol da manutenção de dogmas. Afora os ensaios, a história de Joe e os poemas são a forma que Cancian achou de se explicar através de desenhos: um complemento sofisticado e estilístico para balancear a crueza das palavras objetivas e diretas.”— Jairo Moura“Nos tempos atuais, é especialmente interessante encontrar uma leitura solta que não desgasta o nosso intelecto através de malabarismos teóricos cuja principal função é nos confundir.Determinados autores contemporâneos tentam encontrar as mais variadas temáticas para compartilhar conosco, muitas delas inúteis - por se tratarem de tautologias vazias. Assim sendo, estamos acostumados a ler reflexões simuladas por pessoas que não têm o mínimo de bom senso, tampouco integridade intelectual. Felizmente há o contraponto. O autor de O vazio da máquina é um exemplo, pois preocupa-se em denunciar as nossas falsas representações acerca da realidade. Talvez a intenção por trás disso tenha sido provocar o vazio que há dentro de nós porque ao final de cada ensaio, depois de ver o véu da verdade cair, nos sentimos como se alguém tivesse nos roubado um aspecto fundamental da existência: as nossas ilusões. No final das contas, a máquina é uma metáfora para a vida que é vista independente do significado que atribuímos a ela, é uma vida que não remete a nada além dela mesma.Por isso o estranhamento em relação ao texto: há quanto tempo nós não vemos tudo com um olhar analítico, de quem está distante e não se envolve com o que está posto? Há quanto tempo nós abdicamos da nossa lucidez para perceber o mundo através de visões que deturpam o real?Como o autor, também penso que cada um se beneficia de leituras da maneira que bem entender. Não podemos calcular as impressões que ficam depois de ler a obra. De todo modo, uma questão que permanece viva na minha memória é: ‘por que costumamos insistir no absurdo da existência?’”— Maria Ivonilda da Silva Martins“Excelente obra, o prólogo e o epílogo impressionam pela sua inspiração, a comparação com o tom nietzscheano é inevitável, as reflexões são sóbrias e honestas e, se por um lado parecem levar a total descrença e desespero, uma visão mais madura nos mostra que elas conduzem ao estado de liberdade e paz niilistas, aceitamos o mundo. Quem haverá de nos perdoar, nós, assassinos dentre os assassinos, tudo sangrou sobre nosso punhal, que poderemos esperar do futuro da filosofia, ainda existe um futuro?A habilidade do autor em descrever percepções tão difíceis de serem descritas nos deixam na expectativa de futuras obras.”— Fabricio Pracidelli Dalla Costa“O livro merece ser lido e relido. Coisas bem pensadas agradam e fazem qualquer leitor se entregar. Com argumentos que provocam a reflexão e com uma linguagem padrão-simples parece ter sido escrito para todos: leitores comuns e outros. Ele será lido por muitas gerações. O autor pensa por si mesmo. Busca ilustrar o pensamento com simplicidade como em ‘ser inumano é coisa de pedras e tampas de garrafas’, e é assim muitas vezes fazendo perceber-se como o próprio autor diz na sua apresentação - “...seu fundamento consiste em achar que as ideias fazem sentido, e só: deixei-as correr livremente, tanto quanto possível.” Outras vezes mostra uma fluência e uma lucidez incomuns, que impressionam e levam o leitor a se entregar e castigar o cérebro horas a fio e sem vontade de parar.O que há no livro são notícias humanas, o estar no mundo. Seu estilo conjuga limpidez, impertinências irônicas que resultaram em textos bem pensados - dito antes - sobre o vazio da existência. Não há meias palavras e seus pensamentos tocam profundamente e sem dó, nos acordam para a ‘não-vida’ e podemos decidir continuar existindo ou morrer. Não há um pessimismo, a meu ver. O que há é uma forma bastante inteligente de falar do niilismo presente na vida de bastantes. Apesar dos períodos longos exigirem mais atenção do leitor, o autor ‘cospe’ o que sentimos dia após dia numa aceitação patética porque acordamos para o nada. Todos os dias, e seguimos assim.”— Rosângela Dias“Com assuntos cronologicamente corretos, linguagem não rebuscada, sem citações de nomes de filósofos e com textos lúcidos, escritos em primeira pessoa do plural. Isso tudo faz com que a leitura dessa obra seja suave e lúcida em termos de clareza, em contrapartida, um tanto quanto amarga devido ao tema que trata. Não poderia ser melhor essa combinação. A amargura pode ser acentuada caso não queiramos abandonar a metafísica, ou ainda, se não formos fãs da prática de imersões reflexivas.Recomendo a todos que querem uma vasovasostomia cerebral e, também, aos que são receptivos ao sopro refrescante da lucidez.Essa obra é verdadeiramente pontual e não perecível.‘Um livro destosqueador de crenças.’”— Alessandro Bornato
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