Join us on a literary world trip!
Add this book to bookshelf
Grey
Write a new comment Default profile 50px
Grey
Subscribe to read the full book or read the first pages for free!
All characters reduced
O romance de 30 - cover

Sorry, the publisher does not allow users to read this book from the country from which you are connecting.

O romance de 30

J. H. Dacanal

Publisher: BesouroBox

  • 0
  • 0
  • 0

Summary

A ficção brasileira, mais especificamente o romance, está, tanto em quantidade quanto em qualidade, entre as mais importantes do Ocidente. Apesar de surgir tardiamente – por volta de meados do séc. XIX –, ela se desenvolveu em vários ciclos importantes.
Um dos mais característicos destes ciclos é o do romance de 30. Nesta obra, hoje clássica, J.H.Dacanal, em primeiro lugar delimita, com o rigor possível, o conceito de romance de 30, que há muito tornou-se corrente em manuais e ensaios sobre a produção literária no Brasil. E a seguir analisa, de forma sintética e precisa, algumas das obras que estão entre as mais significativas e emblemáticas deste período da ficção brasileira.

Other books that might interest you

  • Raça e classe no Brasil - cover

    Raça e classe no Brasil

    Fernanda Barros Dos Santos

    • 0
    • 1
    • 0
    Seria a sociedade brasileira uma sociedade multirracial de classes? No ímpeto de responder a este questionamento, o livro se debruça sobre o Projeto UNESCO (1950) e destaca duas importantes pesquisas acerca das relações raciais estabelecidas em São Paulo e na Bahia. Neste sentido, sob as lentes de Thales de Azevedo (1904-1995) e Florestan Fernandes (1920-1995) & Roger Bastide (1898-1974) foram vislumbradas as singularidades do ethos nacional. A partir das seguintes obras: “As elites de cor numa cidade brasileira - Um estudo de Ascensão social & Classes sociais e grupos de prestígio” (1953) - e “Relações Raciais entre Negros e Brancos em São Paulo” (1955) são capturadas as especificidades de nossa conformação social.
    Show book
  • Lembrar é fácil - cover

    Lembrar é fácil

    Palmari H. De Lucena

    • 0
    • 0
    • 0
    Sabe o que mais me encanta ao ler um bom texto narrativo? É a capacidade
    quase ilimitada de os autores me tomarem pela mão e me conduzirem a um
    mundo que está aí à minha volta, mas que somente eles têm a capacidade
    exibi-lo em sua plenitude.
    Os bons narradores são generosos, uma vez que emprestam muito de si
    aos seus personagens, cujo objetivo é essencialmente serem verossímeis.
    Nenhuma trama será grandiosa se seus leitores não se identificarem com
    quem a vive.
    E Palmarí H. de Lucena é personagem, mesmo quando escreve como
    simples observador dos fatos.
    Professor Gilberto Martins
    Projeto Cultura é Arte
    Show book
  • Ensaios sobre cultura e o Ministério da Cultura - cover

    Ensaios sobre cultura e o...

    Celso Furtado

    • 0
    • 0
    • 0
    Em grande parte da nossa história, primeiro como colônia, depois já como nação, o pensamento brasileiro não fez muito mais do que copiar saberes da Europa, que irremediavelmente nos condenavam. Durante séculos convivemos com uma imagem negativa e pessimista de nós mesmos. Nossa inteligência era um ornamento, um beletrismo ávido por importar as últimas modas, incapaz de produzir conhecimento e impulsionar qualquer mudança real.
    
        Na década de 1930, depois de mais de cem anos de vida independente, finalmente amadureceram novas e fecundas interpretações do Brasil. Começa a se formar outra agenda brasileira, que se projeta pela maior parte do século XX em torno de dois desafios fundamentais: identidade e desenvolvimento. Celso Furtado (1920-2004) foi o pensador que melhor sintetizou essas duas questões.
    
    
        O líder intelectual do desenvolvimentismo, o visionário da industrialização, o criador da Sudene, o ministro do Planejamento, o economista de prestígio internacional todos conhecem. O humanista e homem de cultura, profundamente brasileiro e cidadão do mundo, se desvela plenamente neste quinto volume dos Arquivos, "Ensaios sobre cultura".
    
    
        "Desde cedo", diz Rosa Freire d?Aguiar Furtado na Apresentação, "Celso percebeu que o instrumento da economia era insuficiente para entender os problemas do Brasil e do mundo; e que o uso generalizado, e até abusivo, da matemática, e dos grandes modelos econométricos, deixara de lado outras variáveis importantes. [...] Estudar o desenvolvimento a partir de sua dimensão cultural, como ele o fez, era um enfoque inovador, e hoje é visto por pesquisadores no Brasil e no exterior como um de seus aportes teóricos mais originais. Ele costumava dizer que o homem se justifica pelos valores que tem. O desenvolvimento seria menos o resultado da acumulação material do que um processo de invenção de valores, comportamentos, estilos de vida, em suma, de criatividade."
    
    
        Neste volume vemos o Celso das "Sete teses sobre a cultura brasileira", o pensador das relações entre economia e cultura, o formulador de políticas culturais, o leitor atento dos nossos clássicos: Jorge Amado, Roberto Simonsen, Vianna Moog, Rui Barbosa, Machado de Assis, Tobias Barreto, Euclides da Cunha e, é claro, seu grande amigo Darcy Ribeiro. Um lado menos conhecido, mas essencial, de sua grande obra.
    
    
                            César Benjamin
    Show book
  • 100 citações de Gustave Flaubert - Recolha as 100 citações de - cover

    100 citações de Gustave Flaubert...

    Gustave Flaubert

    • 0
    • 0
    • 0
    Gustave Flaubert é uma das principais figuras da literatura francesa. Foi tornado famoso pelo seu primeiro romance, Madame Bovary, e é também recordado pela sua correspondência, cheia de introspecção precisa e de reflexões sobre o realismo na literatura. Flaubert era conhecido pela sua devoção incrivelmente escrupulosa ao seu estilo. Ele acreditava na possibilidade e necessidade de encontrar "le mot juste" ("a palavra certa"), e dedicaria semanas à realização de por vezes uma única página. Flaubert estabeleceu decisivamente o que a maioria dos leitores e escritores pensam agora como narração realista moderna, e a sua influência hoje em dia é quase demasiado familiar para ser visível. Seleccionámos para si 100 das suas citações mais interessantes, para que se familiarize com este grande proponente do realismo, e deixe o seu estilo beneficiar da conhecida precisão da sua.
    Show book
  • Uma História das Copas do Mundo - volume 2 - cover

    Uma História das Copas do Mundo...

    Airton de Farias

    • 0
    • 0
    • 0
    Para conhecer o futebol. Para conhecer a História. Para conhecer o mundo. Em Uma História das Copas do Mundo – futebol e sociedades, Airton de Farias faz uma apaixonante análise da trajetória do esporte mais popular do planeta e suas conexões com diversas sociedades e processos históricos.“Nunca foi feito nada igual no Brasil”, escreve Juca Kfouri, em sua apresentação do livro Uma História das Copas do Mundo – futebol e sociedade, de autoria do historiador Airton de Farias, a ser lançado em abril pela editora Armazém da Cultura. O texto, em mais de mil páginas, editado em 2 volumes, aborda a contextualização política do mundo pré-Copa, de 1930, ano da primeira Copa, até hoje, quando chegamos à vigésima, insere e relaciona o esporte mais popular do planeta na vida e na política com grandes fatos e processos históricos do final do século XIX, XX e início do XXI. Em nome da bola fez-se guerras, como entre Honduras e El Salvador, em 1969. Em nome da bola, torcidas digladiar-se-iam. Em nome da bola, a paz aconteceu. Com a bola, o neonazismo se expande na Europa, aproveitando-se da crise que o mundo capitalista vive desde 2007. Em nome da bola, povos se confraternizaram, a ponto de inimigos irreconciliáveis, a exemplo de Irã e Estados Unidos, darem-se as mãos dentro de campo e ficarem lado a lado, como se fossem velhos companheiros em divertido jogo de várzea no final da tarde. Com a bola, um indiozinho argentino (Maradona) venceu um gigante inglês, vingando toda uma nação que perdera uma ilha numa guerra delirante estimulada por uma ditadura sanguinária. São relatos do autor Airton de Farias, fundamentados em pesquisa de dois anos e meio com inúmeras fontes e matérias que respaldam e conferem absoluta credibilidade ao livro.
    Show book
  • Maurício Tragtenberg: Burocracia e Autogestão - cover

    Maurício Tragtenberg: Burocracia...

    Lucas Maia, Edmilson Marques,...

    • 0
    • 0
    • 0
    Maurício Tragtenberg é um nome ímpar na intelectualidade brasileira. Tanto em suas relações pessoais quanto em suas atividades profissionais e políticas, se destacou por não seguir o hegemônico e os detentores do poder, sendo uma voz destoante. Erisvaldo Souza reúne na presente coletânea um conjunto de artigos de pesquisadores de sua obra que tematizam a vida e a obra de Tragtenberg, trazendo suas reflexões e contribuições sobre distintas temáticas, tais como a questão do modo de produção “asiático”, Estado, burocracia, pedagogia, autogestão, bem como seus vínculos com o marxismo autogestionário, sua aproximação com Max Weber, entre diversas outras questões. Esta é uma obra fundamental para compreender o pensamento de Maurício Tragtenberg, um dos mais importantes nomes da sociologia e do marxismo brasileiros.
    Show book