Join us on a literary world trip!
Add this book to bookshelf
Grey
Write a new comment Default profile 50px
Grey
Subscribe to read the full book or read the first pages for free!
All characters reduced
Libélulas de ferro - cover

Libélulas de ferro

Alex Assunção Rebello

Publisher: Cia do eBook

  • 0
  • 1
  • 0

Summary

Das simples lembranças de uma pequena “vila” nos anos 80, até os dramas atuais de nossa sociedade, Libélulas de Ferro nos convida à interioridade humana, à perplexidade perante a passagem do tempo e à ótica crítica e construtiva da poesia.
Available since: 12/04/2015.

Other books that might interest you

  • Cicatrizes do samba - sonetos | poemas | canções - cover

    Cicatrizes do samba - sonetos |...

    Arnaldo Luis Miranda

    • 0
    • 0
    • 0
    Cicatrizes do samba reúne sonetos, poemas e letras de canções do poeta, compositor e dramaturgo Arnaldo Luis Miranda em torno de temas recorrentes na sua observação poética: as vivências amorosas, as questões sociais. Está conectado ao álbum musical de mesmo nome disponível nas maiores lojas virtuais dos dois gêneros: música e poesia. Ilustrações a partir de obra do artista plástico carioca, Solano Guedes.
    Show book
  • Anzóis do tempo - cover

    Anzóis do tempo

    Claudete Morsch Pereira

    • 0
    • 0
    • 0
    Certa feita, Mario Quintana se preparava para escrever um poema. Eis que uma formiguinha atravessa a página em branco. Naquela noite, nada ele escreveu. Para quê? Ali já haviam passado o mistério e o frêmito da vida. Esse flagrante minúsculo, sensível, minimalista e pujante da vida, quase um bonsai da árvore da existência, é repleto de sentidos somente para quem tem coração aberto e olhos livres para ver. Assim é a poetisa Claudete Morsch Pereira Soares e é por isso que ela capta os flagrantes de um cotidiano que não é dos seres humanos em projeção, mas das plantas, dos animais e dos elementos da natureza, como o sol, o ar, a água, o fogo e a terra. Esses movimentos que insistem em existir longe do senso comum são inteiramente preordenados em forma de poesia pela autora desta obra. Já se disse que uma imagem vale mais que mil palavras, mas o que seria dessas imagens efêmeras se não houvesse um vate para vertê-las em palavras?  Esta obra é um retorno ao encanto da natureza, como se o homem primitivo de Rousseau desse seu último olhar para um paraíso perdido antes de se imiscuir na civilização. O leitor pode e deve fazer parte dessa reconciliação com um mundo simples que mantém latente aquilo que realmente importa para a felicidade cotidiana. - Landro Oviedo -
    Show book
  • Poesia Revisitada - cover

    Poesia Revisitada

    Alfredo Assumpção

    • 0
    • 0
    • 0
    Caio Porfírio Carneiro (Amigo à distância)
    Sempre o conheci como Caio. Às vezes, ao escrever-lhe e-mails colocava Caio Carneiro. Tornamo-nos íntimos como os escritores gostam. Através da escrita. Aconteceu quando terminei meu primeiro livro, Amando, livro de poesias. Foi-me indicado o Caio para fazer a apresentação. O que ele escreveu me fez chorar de alegria. Fiquei surpreso e conversei com meu editor sobre tudo. Meu editor disse na época: “Ele não bajula; ele escreve o que sente”. Agradeci a Deus e segui em frente, motivado, parindo muitos mais filhos literários. Ele foi o meu padrinho. Jamais nos encontramos pessoalmente. Jamais apertamos nossas mãos ou sentimos o hálito um do outro ao cochichar boas sacanagens nos nossos ouvidos para trocar palavras constrangedoras sobre seres humanos cheios de defeitos como nós. Teríamos gargalhado muito. Tenho treze livros publicados. Ele apresentou doze de
    meus livros, fossem poesia, filosofia, romance ou livros que tratavam da minha vida profissional sobre liderança, gestão de pessoas ou recrutamento de executivos de alto nível. Só não apresentou o décimo terceiro livro, porque já havia falecido naquele momento. Foi quando descobri que nossos ídolos também morrem. Quando soube que havia mor-rido, senti no fundo de mim mesmo ter perdido um grande amigo das letras. Deixou-me órfão. Cobrei-me muito por jamais ter provocado um encontro nosso para um jantar ou um almoço. Um simples café ou um belo porre, abraçado à boemia. Eu andava muito ocupado como empresário, músico, compositor, cantor, consultor, escritor, palestrante... Ser o tal multifacetado nos faz perder, às vezes, a
    oportunidade de dividir prazeres com quem tanto gostamos ou admiramos. Foi assim com o Caio. É que não acreditamos na morte. O Caio jamais morreria, era minha crença. Achava que um dia ou outro o encontraria. Ledo engano. Agora, quem sabe lá num tal céu. Acredito em vida depois da vida. É lá que pedirei seu perdão. Poesia revisitada, meu 14º livro, foi seu último trabalho feito para mim, mediante meu pedido. Uma seleção dos meus poemas que mais o tocavam. Aqueles dos quais mais gostava. Ele fez esse trabalho em 2014. Somente agora no início de 2021 é que estou retomando o trabalho para deixar esse registro, ajudando, por mínimo que seja, a preservar mais ainda sua memória. É o meu aperto de mão, com aperto no coração. Gostava muito desse cearense de Fortaleza, jornalista e escritor premiadíssimo, cronista e crítico literário. Ele, sim, era um escritor dedicado à sua arte. Eu o admirava muito. Seus textos eram de um brilhantismo acima da expectativa. Eu o invejava mesmo. Aquela inveja gostosa de querer ser parecido com ele. De ter o mesmo poder da tinta no papel ou da tecla na tela do computador. Queria ser o escritor que foi. Ele, porém, era ímpar. Caio, fica aqui o meu eterno obrigado por ter feito nascer Poesia revisitada com sua seleção de meus melhores poemas. Obrigado, amigo.
    Alfredo Assumpção - Rio de Janeiro, 16/01/2021
    Show book
  • Jeito de cravar eternidades - cover

    Jeito de cravar eternidades

    Fanini Cundumbila

    • 1
    • 2
    • 0
    Em "Jeito de Cravar Eternidades", o escritor angolano Fanini Patrício Cundumbila apresenta-nos a ideia de um mundo mais próximo do original, no seu estado inalterado. Expurga simultaneamente, através dos seus versos, os vícios e falhas deste que agora habitamos, em jeito de catarse pessoal. Neste livro, o poeta representa a solidão, ao mesmo tempo deseja-a para si. Questiona o vazio, o interior e tudo o que o rodeia. O poeta explora a sua identidade - e dela faz parte uma Angola exuberante. Em seus versos, Fanini Cundumbila presta-lhe homenagem, escrevendo sobre a Serra da Leba, o rio Kwanza e as míticas quitandeiras, em um livro de poemas cru, natural, forte em imagens e sensações. "Jeito de cravar eternidades" é um livro que defende o "culto ao amor como mecanismo de sobrevivência", rejeitando a desistência, pois "a vida é a mais perfeita de todas as excentricidades".
    Show book
  • Palavras correndo atrás de textos - Poemas e outros escritos - cover

    Palavras correndo atrás de...

    Henrique Alberto De Medeiros Filho

    • 0
    • 0
    • 0
    As buscas de respostas da vida que não se disponibilizam, através de literatura que expõe as fragilidades do homem e seus fazeres, pensamentos e individualidades aparecem descritas em Palavras Correndo Atrás de Textos. Dividido em poesias e outros escritos, esta é a quinta publicação de Henrique de Medeiros, que é também autor dos títulos: O Azul Invisível do Mês que Vem; Pirâmides de Palavras e Que as Dores se Transformem em Cores; além de roteirizar e editorar “David Cardoso, o Rei da Pornochanchada” (autobiografia memorialista).
    Show book
  • Na noite escura e sem arestas - cover

    Na noite escura e sem arestas

    Edinaldo Abreu

    • 0
    • 0
    • 0
    O livro de poemas “Na noite escura e sem arestas”, de Edinaldo Abreu da Costa, apresenta poemas que discorrem sobre temas que vão do amor, com suas vicissitudes e complicações, às angústias de vozes líricas a indagarem-se sobre a existência, com um olhar obscuro que margeia o pessimismo. Essas vozes expurgam seus medos, fugas, conflitos e irresoluções, também, suas buscas, sempre deixando claro que, para sobreviver ao cotidiano, é necessário empreender uma luta.
    Show book